Campeonatos Nacionais de Clubes

Academia Desportiva de Valdevez na 1ª Divisão de Clubes em Atletismo

A equipa feminina da Academia estará presente nos dias 27 e 28 de março, em Pombal, nos Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão de Clubes. Este momento histórico, com uma equipa muito jovem, na qual apenas 1 atleta é sénior, atinge o patamar mais elevado do atletismo nacional, fruto dos resultados da passada época. Este ano, no qual toda a nossa vida está condicionada, estando privados das mais básicas das liberdades, é de realçar a capacidade de superar as adversidades deste grupo de atletas. Nunca deixaram de treinar, em casa ou na pista, cumprindo assim o plano traçado. Agora é tempo de colher o fruto desse trabalho e competir com os melhores nacionais, provando que um clube pequeno quando devidamente apoiado, consegue chegar longe. Este feito deve deixar todos os arcuenses orgulhosos, pois é o resultado de um conjunto grande de sinergias criadas à volta deste grupo de jovens atletas, país, família, dirigentes, treinadores, município e apoios privados.

A Delegação que representará a Academia nesta competição é constituída por:

Atletas:

Juliana Galvão 20 anos

Celina Peneda 18 anos

Mariana Pedreira 18 anos

Vanessa Pedreira 18 anos

Viviane Cunha 18 anos

Daniela Fornelos 17 anos

Benedita Amorim 16 anos

Letícia Rodrigues 16 anos

Carolina Sousa 15 anos

Treinador: Miguel Rios

Dirigente: Paula Costa

Arcuenses desinspirados contra Académica de Coimbra

Na recuperação da terceira jornada da fase final do CN Honra, a equipa do C.R. de Valdevez foi duramente batida em casa por uns categóricos 6-36.

No grupo em que luta pela manutenção no escalão maior do Rugby nacional, os minhotos apresentaram-se de uma forma incaracterística. Com pouca combatividade, sem tomar iniciativas, deixaram-se passivamente surpreender por uma Académica que mostrava querer resolver rapidamente o jogo nos minutos iniciais. Com efeito, procurando fazer circular rapidamente as bolas e atacar junto à linha lateral, os “estudantes” já tinam marcado três ensaios aos 20 minutos de jogo. Depois desse impacto, os arcuenses procuraram tomar conta do jogo. Com mais posse de bola e procurando algum territorial, só mostrava conseguir a progressão com as faltas que eram assinaladas à equipa da Académica nos momentos defensivos. Assim, o jogo entrava numa toada morna, e, aproveitando as faltas da equipa visitante, o CRAV conseguiu converter duas penalidades, que deixaram o resultado em 6-19 ao intervalo.

A segunda parte iniciou com um lampejo do CRAV, que procurou a progressão no terreno com perfurações sistemáticas e movimentos continuados primeiros cinco minutos. Contudo, não passou de um lampejo: o jogo continuou numa toada morna, e num espaço de dez minutos a Académica arrumou a questão com outros três ensaios seguidos, que fixaram o resultado em 6-36. A reação do CRAV foi frouxa, só conseguindo progressão efetiva no terreno com as sucessivas faltas que os conimbricenses cometiam. Assistiu-se a um jogo cada vez mais monótono, observando-se o cansaço das equipas, e o pouco estímulo das equipas em dar mais dinâmica ao jogo: do lado da Académica, o objetivo já tinha sido atingido com os pontos da vitória mais o ponto de bónus ofensivo (por ter marcado mais de três ensaios); do lado do CRAV, a equipa estava quebrada, sem crença em si própria nem vontade de sair de campo de cabeça erguida.

O próximo jogo do CRAV será também em casa, após uma paragem de duas semanas, em que receberá o R.C. Montemor, num jogo com alguma expectativa, pois ambas as equipas procuram fugir ao último lugar da classificação.

Crav desloca-se a Cascais

Na continuação da atualização do calendário do CN Honra, a equipa do C.R. arcos de Valdevez deslocou-se a Cascais. O resultado foi um penalizador 83-10 que espelhou a diferença de rendimento das equipas.

No jogo correspondente à segunda jornada da fase final do CN Honra, os arcuenses visitaram o GDS Casais, no encontro em que desde o início não foi difícil perceber o vencedor.

Defrontaram-se em campo duas equipas que lutam por patamares diferentes. Deste modo, objetivos competitivos, potencial e orçamento marcam uma distância entre clubes que vai bem para além da geográfica. Com efeito, o GDS Cascais, que habitualmente disputa o grupo A, onde se decide o campeão nacional, viu-se, este ano, e por força da redistribuição das equipas no grupo de apuramento, numa situação em que se viu forçado a disputar o grupo em que o que está em causa é a manutenção no escalão principal da modalidade. Por todos estes motivos, é mais ou menos evidente que o GDS Cascais tem por objetivo o primeiro lugar do grupo, correspondente ao 7º lugar na classificação geral. Por sua vez o C.R. Arcos de Valdevez é um presumível candidato à manutenção, ou seja, de modo a evitar o último lugar do grupo (que leva a despromoção automática, havendo para o penúltimo um playoff com o segundo classificado da 1ª divisão). Escrevemos aqui “presumível”, porque os responsáveis arcuenses afirmam apenas o objetivo de competir com dignidade, por força das consequências que a pandemia tem tido na equipa, que tem sido completamente desestabilizada por força de incidências várias relacionadas coma Covid19.

Quanto ao jogo, pouco haverá a dizer. O Cascais, com uma equipa mais forte e mais rápida, impôs rapidamente o jogo no seu pack avançado, apostando em circulações de bola muito rápidas. Entrou em campo forte, o CRAV mais passivo, o que fez com que aos cinco minutos de jogo os da casa já tivessem marcado três ensaios consecutivos (19-0). Nos quinze minutos seguintes, o CRAV “acordou” e tentou equilibrar mais o jogo, mas sem grande resultado prático, uma vez que ao intervalo o resultado já ia em 45-10.

Na segunda parte, o jogo pouco mudou. Ambas as equipas aproveitaram o facto de o vencedor já estar definido para realizar todas as substituições, que não alteraram a toada do jogo: 13 ensaios para os da casa contra 1 dos visitantes, que cifrou o resultado final em 83-10.

Para o próximo fim de semana, o CRAV irá recuperar a terceira jornada da fase final e, jogo a realizar em Arcos de Valdevez (sábado 20 de março às 15,30 horas) contra a histórica Associação Académica de Coimbra. Pese o favoritismo dos visitantes, será um jogo bem mais equilibrado, em que os coimbrões terão que dar o seu melhor para deixar os arcuenses vencidos.

CRAV promissor no reinício do campeonato

No sábado 6 de março, em Arcos de Valdevez, o Clube de Rugby local deixou fugir a vitória nos últimos minutos. Com a última jornada disputada a 16 de janeiro, o Campeonato Nacional da Honra de Rugby reiniciou-se com um jogo impróprio para cardíacos.

À imagem do que acontece com todos os setores, as competições de rugby em Portugal têm vivido um momento atribulado. Apenas a divisão de Honra está em atividade, após uma suspensão de seis semanas, decretada pela Federação Portuguesa de Rugby (FPR) após a unanimidade dos clubes envolvidos.

Com efeito, se o calendário da FPR tivesse sido integralmente cumprido, faltariam apenas quatro jornadas para a conclusão do campeonato. No entanto, o CRAV praticamente não jogou, depois de um terrível mês de dezembro em que a equipa ficou obrigada a isolamento profilático que comprometeu os jogos desse mês. Em janeiro, após vários adiamentos suscitados pelo cenário pandémico, a situação pouco melhorou com apenas um jogo realizado.

O jogo com o S.L. Benfica corresponde deste modo à reposição da primeira jornada da fase final do Campeonato da Honra, que era suposto realizar-se a 9 de dezembro. Claramente favorita, a equipa das águias apresentou-se perante uma equipa da casa ainda a tentar recompor-se de uma época muito difícil, com pesadas baixas no plantel relacionadas com a pandemia e lesões.

O jogo iniciou-se com um sinal positivo dos arcuenses, que impuseram um jogo vivo, de sucessivas penetrações e circulações de bola, que culminaram com um 3-0 na conversão de uma penalidade ao segundo minuto de jogo. Ainda com esta toada dos da casa, o Benfica, na sequência de uma jogada de contra-ataque, materializou com um ensaio o seu forte ascendente nas formações ordenadas que viria a marcar o jogo (3-5). De seguida, o jogo caracterizou-se por algum equilíbrio, onde sobressaía a já assinalada vantagem dos lisboetas nas formações ordenadas, assim como na circulação rápida do jogo à mão. Da sua parte, o CRAV respondeu com um jogo ofensivo menos organizado, aproveitando alguma indisciplina do adversário que cometia muitas faltas. Resultado deste equilíbrio foi o facto de ambas as equipas marcarem 3 pontos na sequência da conversão de penalidades, que ditou como resultado final 6-8 a favor dos visitantes ao intervalo.

Na segunda parte, a equipa do CRAV tentou tomar conta das operações. Na forma aguerrida que a carateriza, procurou impor-se no terreno adversário, o que a fez marcar um ensaio a rondar o minuto 50 (13-8). Entretanto, o equilíbrio era a nota dominante: a paragem competitiva das equipas condicionou o seu rendimento, dado que cometiam erros com frequência, fossem eles táticos, fossem más opções de jogo. Da parte da equipa da casa, o desacerto nos alinhamentos era flagrante, tendo dificuldade em consolidar a posse de bola, da parte da equipa da casa somavam-se as faltas, quer ofensivas quer defensivas, que não lhe permitiam avançar no terreno.

No entanto, além do equilíbrio, a emoção era dominante: ao minuto 30, a equipa consegue marcar um ensaio, que a faz passar para a frente do marcador (13-15). Cerca de sete minutos depois, o CRAV responde com a conversão de uma penalidade, que suscita uma nova alteração no marcador (16-15). Com toda esta emoção, os nervos eram maiores do que a lucidez. A dois minutos do fim, na sequência de um erro cometido num alinhamento, a equipa minhota perde a bola e as “águias” não se fizeram rogadas: numa jogada rápida circulam a bola e marcam ensaio, ditando como resultado final uma suada vitória do S.L. Benfica por 16-20.

À imagem do que acontece nas outras modalidades, o jogo não teve público. Contudo, os staffs das equipas presentes não deixaram de ver um jogo interessante, que, embora com falhas de ambas as equipas, nunca deixou de ser emocionante.

Desta forma, o CRAV recomeça a época de forma animada e animadora, dando sinais de uma melhoria de rendimento, que se espera ver acontecer já no jogo da próxima jornada, a disputar a 13 de março em Cascais.

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) deslocou-se a Alvalade em Lisboa

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) deslocou-se a Alvalade em Lisboa no dia 9 de janeiro para jogar contra o São Miguel, naquela que é a terceira jornada da fase final do grupo B do CN Honra.

Embora seja a terceira jornada, foi a primeira para o CR Arcos de Valdevez por força do adiamento dos seus dois jogos iniciais: no dia 12 de dezembro, em que estava marcado o CRAV-Benfica, surgiram dois casos positivos na equipa arcuense que ditaram o adiamento do jogo em causa e do seguinte. Com efeito, por determinação da autoridade sanitária, a equipa viu-se obrigada a um período de isolamento profilático de 14 dias, no qual mais dois atletas testaram positivo.

Para alem do CRAV, vários clubes têm sido fustigados por incidências pandémicas: o jogo Benfica-Montemor, também marcado para 9 de janeiro, foi adiado e todos os jogos do grupo A do CN Honra foram adiados pelo mesmo motivo, havendo ao todo três equipas em isolamento profilático.

Relativamente ao jogo em si, também a pandemia foi um interveniente a ter em conta. Com efeito, a equipa visitante, sem jogar desde início de novembro e confinada na segunda metade de dezembro, acusou decisivamente a a falta de condição física. Numa primeira parte penosa, que ficou em 31-0 , o CRAV sofreu cinco ensaios sem resposta, parecendo deslumbrado com a superioridade do adversário em todos os capítulos do jogo, fisicamente mais preparado e animicamente num patamar superior.

A segunda parte teve um caráter diferente. A jogar a favor do vento e aproveitando alguma descida do ritmo de jogo, o CRAV teve maia posse de bola e conseguiu um jogo mais equilibrado: marcou dois ensaios contra três do São Miguel. Procurou impor o seu modelo de jogo com algum êxito, pesem algumas inconsistências devidas à falta de condição fisica, com muitos atletas com caimbras no final do jogo. A equipa minhota também se poderá queixar de alguma falta de sorte, uma vez que nos o momentos iniciais teve duas lesões em jogadores influentes, nomeadamente no argentino Facundo Marino e em João Aniceto, o primeiro substituído nos minutos iniciais, o segundo a jogar com muitas limitações que resultaram na sua saída de jogo no início da segunda parte. Se estas incidências se poderiam considerar normais, neste momento são mais penalizadoras para o CRAV, que tem vários atletas indisponíveis por opção, para além de ouros que não puderam deslocar-se com a equipa por compromissos profissionais.

Em termos de conclusão, este jogo, que terminou com um expressivo 50-14 para o São Miguel espelha bem a situação do CRAV: vive um momento difícil que poderá comprometer a sua prestação, mas, por outro lado, a segunda parte mostra que tem capacidade desportiva para ter uma prestação honrosa. na reação da equipa a todo este cenário estará a resposta sobre o seu futuro imediato.

Atleta do CAAV Joaquim Sá em 8º no Ranking Mundial 2020

Com a entrada do novo ano a World Masters Rankings disponibilizou a lista das melhores performances Mundiais de 2020 nos vários escalões de Veteranos na qual figura o experiente atleta do Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez Joaquim Sá com um brilhante 8º lugar nos 1500m em pista coberta no escalão M70 com a marca de 5.42,78 (5º melhor português de sempre) obtida no passado dia 7 de Março na Expocentro de Pombal quando se sagrou Vice-Campeão Nacional, apenas superado em 48 centésimos pelo boavisteiro Adelino Moutinho (7º do ranking mundial). Encabeça o Ranking o Holandês Recordista Mundial da distância Cees Stolwijk.

Uma semana após o Campeonato Nacional de Veteranos em Pista Coberta o CAAV iria participar com os seus atletas Joaquim Sá e José Correia no Campeonato da Europa de Veteranos de Pista Coberta e Corta-Mato em Braga que estava previsto realizar-se de 15 a 22 de Março, tendo o evento sido cancelado a poucos dias da sua realização aquando dos primeiros casos positivos de Covid-19 registados em Portugal.

Atualmente os atletas do CAAV estavam a preparar-se para o Campeonato Nacional de Estrada (previsto para 9 de Janeiro no Autódromo do Estoril), sendo este adiado às vésperas da sua realização para data a designar devido à renovação do estado de emergência com medidas de recolhimento obrigatório e proibição de circulação entre concelhos para o fim de semana de 8 a 11 de Janeiro.

Top10 Ranking Mundial Pista Coberta 2020

M70

1500m

1º 4.53,53 Cees Stolwijk NED (*Recorde Mundial)

2º 5.34,69 Patrick Timmons IRL

3º 5.36,82 Hans Smeets NED

4º 5.37,47 Tommy Ericsson SWE

5º 5.38,43 Bo Persson SWE

6º 5.39,44 Celso Curiel Recio ESP

7º 5.42,30 Adelino Moutinho POR

8º 5.42,78 Joaquim Sá POR

9º 5.45,23 Richard Marks GBR

10º 5.47,26 Erik Leyseele BEL

O Ranking Mundial pode ser consultado em:

https://mastersrankings.com/rankings/?x10=M70&x7=1500&x4=MEN&x2=Indoor&x1=2020

Joana Rocha do CAAV alcança o bronze no Campeonato Nacional de 10.000m em Sub-23

Joana Rocha atleta do Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez classificou-se em terceiro lugar no escalão Sub-23 conquistando a medalha de bronze dos Campeonatos Nacionais de 10.000m que se disputaram na passada sexta-feira, 18 de dezembro, no Estádio Vieira de Carvalho na Maia.

A nível Absoluto a atleta arcuense foi oitava em prova ganha pela sportinguista Sara Moreira após insólita desclassificação da também sportinguista Carla Salomé Rocha que tinha vencido, mas a quem foi retirado o título devido ao modelo de calçado utilizado (regra técnica nº 5 da World Athletics). Em masculinos a prova foi dominada pelo benfiquista Samuel Barata. Esta competição foi organizada pela Federação Portuguesa de Atletismo contando com o apoio da Associação de Atletismo do Porto e da Câmara Municipal da Maia tendo sido disputada à porta fechada com transmissão em direto via internet e dando cumprimento a todas as normas e procedimentos que vigoram em matéria do atual contexto pandémico.

 

Juliana Galvão, vai participar no 6º Challenge

“O sonho comanda a vida”
Juliana Galvão, vai participar no 6º Challenge de Leiria em Marcha Atlética. No momento de pandemia em que vivemos e apesar das restrições o atletismo não pára e desta forma ADAL – Associação Distrital de Atletismo de Leiria organiza a 6.ª CHALLENGE DE LEIRIA EM MARCHA ATLÉTICA, hoje pelas 19H30 no
Estádio Municipal de Leiria e a Academia Desportiva de Arcos de Valdevez faz-se representar com uma Atleta.

CRAV termina fase regional da divisão de honra

CRAV 0 vs AAC 24

Numa tarde de autentico temporal, com bastante chuva e vento o CRAV defrontou a académica de Coimbra em jogo a contar para a última jornada da fase de grupos regional do campeonato nacional da divisão de honra.

Já sem ambições para atingir o grupo que vai disputar o título, restava ao CRAV continuar o seu caminho de consolidar processos na sua muito jovem equipa, de modo a estar preparado para a fase seguinte, onde vai fazer parte do grupo de 6 equipas que vão lutar pela manutenção na principal divisão do rugby português.

A Académica entrou no jogo bastante forte, pois ainda mantinha ambições de chegar ao 1º lugar do grupo, tentando controlar o jogo e tomando a iniciativa atacante. Com uma defesa feroz, os minhotos iam tentando contrariar o ímpeto dos estudantes, tentando sempre que fosse sua a posse de bola, atacar, ameaçando a área de validação adversária.

Os visitantes tiveram de trabalhar bastante para conseguir cada ponto que marcaram, pois encontraram na jovem equipa arcuense, em grande parte do jogo, uma barreira muito difícil de transpor.

Se na defesa os minhotos estiveram bem no geral, descontando alguns erros que a inexperiência de alguns dos seus atletas concederam, foi no ataque que tiveram mais problemas. Esses problemas advieram das dificuldades que sentiram nas fases estáticas do jogo, sendo que na formação ordenada era sabido que, dadas as limitações que têm atualmente na 1ªlinha, o jogo ia ser difícil, a surpresa veio dos alinhamentos. E foi uma má surpresa, visto que os minhotos não confirmaram as melhorias que vinham evidenciado nesse aspeto do jogo, mostrando os seus avançados uma tarde desastrada nos alinhamentos próprios. Sem fases estáticas com a bola conquistada com segurança, foi muito difícil ao CRAV ter posse de bola de qualidade no meio campo adversário e conseguir marcar pontos. Isto explica o facto que apesar de se ter batido em igualdade com a Académica em grande parte do jogo, o marcador se encontrava em 0 para os da casa no final do encontro, contra os 24 pontos do visitante.

Mais um troféu “O Minhoto” para o Rugby em Arcos de Valdevez

O atleta do CRAV Viriato Teixeira recebeu o troféu Atleta Rugby na XXIII edição dos prémios O Minhoto, juntando-se assim a um restrito grupo de atletas que representaram e representam o CRAV. Neste grupo, destacam-se nomes como Nuno Neto, Antónia Braga ou Luís Salvado, entre outros, que em anteriores edições foram distinguidos individualmente.

A nível global, é já o 11º troféu atribuído e relacionado com o Clube de Rugby de Arcos de Valdevez. Nove troféus foram a título individual, enquanto que o CRAV foi agraciado em 1999 com o troféu “Clube Fomento Desportivo Jovem”, e, em 2016, o Grande Prémio do Júri, este último um dos mais prestigiados da organização dos troféus O Minhoto..

A entrega de prémios relativos ao ano 2019, prevista para o passado mês de março, foi adiada em sequência da pandemia Covid 19, tendo decorrido, nas últimas semanas, de forma faseada e descentralizada.

A organização considerou não ser oportuno realizar a Gala, mas entendeu manter a entrega dos troféus de forma a preservar os propósitos da iniciativa: homenagear o mérito dos envolvidos no fenómeno desportivo da região.

Os 28 troféus entregues foram atribuídos por votação de um extenso Júri composto por 97 elementos, entre jornalistas desportivos de órgãos locais, regionais e nacionais dos diferentes meios de comunicação social, e ainda entidades ligadas ao desporto.

Quanto ao premiado, Viriato Teixeira é um atleta formado nas escolas do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez. Com uma envergadura física assinalável (1,90 metros, 100 quilos) é um jogador que se destaca pelo poder físico e pela capacidade em perfurar as defesas adversárias. Mostrando grande intensidade no contacto físico, tem sido ao longo dos últimos anos uma referência no jogo da sua equipa, deixando sempre a sua marca de entrega e intensidade no jogo.