
Rugby CN


Nos dias 16 e 17 de Março, o Clube Náutico de Arcos de Valdevez (CNAV) marcou presença em Oeiras para disputar a primeira fase do Campeonato Nacional de Kayak Polo. Representado por 25 altetas ditribuídos por quatro equipas, incluindo três equipas séniores e uma equipa sub-16, o clube arcuense competiu com destaque nos diferentes escalões. As equipas séniores do CNAV iniciaram os jogos com o objetivo de avançar para a fase final do campeonato onde será determinado o campeão nacional. As equipas B e C, compostas por atletas jovens que subiram de divisão este ano, mostraram-se confiantes e determinadas a enfrentar esta nova transição para a liga sénior, destacando-se pelo seu desempenho promissor.
Em particular, a equipa sénior A, composta por Filipe Silva, Daniel Silva, Tiago Ventura, Lucas Cunha, Edgar Cerqueira e Alex DaSilva, brilhou ao avançar para a segunda fase do campeonato nacional sem sofrer nenhuma derrota. Além disso, a equipa mais jovem do CNAV obteve uma impressionante quarta posição, demonstrando ao longo dos confrontos com os adversários uma notável determinação e empenho. Esse resultado reflete a dedicação e o trabalho árduo dos jovens atletas desde o início da temporada, prometendo um futuro brilhante para o clube e os seus talentosos atletas.

A equipa sénior do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez não teve a melhor sorte em Montemor-o-Novo ao perder tangencialmente por 16-14.
Tal como o resultado o indica, tratou-se de um jogo muito equilibrado. Nos primeiros 20 minutos, depois de uma penalidade convertida e um ensaio em contra-ataque, a equipa da casa passou para a frente do marcador (10-0). Seguiu-se o melhor período dos minhotos. Dominadores em termos territoriais e de posse de bola, conseguiram marcar três penalidades, um ensaio (ainda que anulado) e não marcaram mais por algumas opções discutíveis, ao não optarem marcar mais pontos nas conversões de penalidades. Ao intervalo o resultado era de 10-9.
A segunda parte iniciou-se com um ensaio dos visitantes (10-14). Entretanto, a equipa alentejana reagiu com uma penalidade e o C.R. Arcos de Valdevez com mais um ensaio anulado. Perto do final, numa partida muito equilibrada, disputada sobretudo no meio campo, o R.C. Montemor converte nova penalidade e passa para a frente no marcador (16-14), não mais largando essa vantagem.
Em termos de balanço, realça-se o equilíbrio da partida, em que qualquer uma das equipas poderia ter saído vencedora. Calhou essa sorte aos alentejanos, ficando o amargo de boca para os arcuenses, que já tinham há pouco perdido pela vantagem mínima face ao R.C. Santarém.
Na próxima semana, será a vez do R.C. Santarém visitar os arcuenses, naquele que será o primeiro jogo da segunda volta da fase final do CN1

C.R. Arcos de Valdevez eliminado pela AEIS Agronomia
No último sábado, o C.R. Arcos de Valdevez recebeu em casa a AEIS Agronomia, e vergou-se ao maior poderio do adversário, com uma derrota por 12-66.
No início do jogo, ninguém duvidava do favoritismo da equipa visitante. Candidata crónica ao Campeonato Nacional da Honra (encontra-se atualmente em terceiro lugar), vencedora por nove vezes da Taça de Portugal, a AEIS Agronomia não vinha facilitar. Assumindo claramente a sua intenção de pelo menos chegar à final da competição, entrou de rompante, mostrando a sua superioridade em todos os capítulos do jogo. A equipa da casa pareceu algo surpreendida com esta entrada em campo, e permitiu dois ensaios logo nos cinco minutos iniciais. Recuperou pouco depois com um ensaio, mas depois sucederam-se outros do visitante. Ao intervalo, o resultado ia em 5-40, com um score de um contra seis ensaios.
Na segunda parte, o domínio dos agrónomos diminuiu. Tanto por um abrandamento do ritmo como por uma expressão de orgulho dos arcuenses, a toada tornou-se menos desequilibrada. Os minhotos marcaram um e a equipa da Agronomia quatro. No final, com um resultado de 12-66, sentiu-se alguma frustração dos arcuenses que se sentiram capazes de ver este desequilíbrio menos evidente.


No último sábado, o C.R. Arcos de Valdevez carimbou o passaporte para a penúltima etapa da Taça de Portugal ao vencer claramente em casa os quartos de final por 31-16 contra o R.C. Santarém.
A partida não deixava de ser aguardada com expectativa, não só pelo que estava em jogo, mas também pelo facto de as duas equipas se terem defrontado no fim de semana anterior em Santarém, com uma tangencial vitória dos ribatejanos por 18-17. Deste modo, estava prometido equilíbrio para o encontro, com o público a saber de antemão que só perto do final se iria ter uma ideia clara de quem ia ser o vencedor.
O jogo começou aliás com a vantagem da equipa visitante que, aproveitando uma falha defensiva dos minhotos, marcou um ensaio nos minutos iniciais (0-7). O C.R. Arcos de Valdevez tentava equilibrar o jogo e o marcador, mas sem grande sucesso. Com efeito, os erros individuais iam-se sucedendo, com a equipa a ter dificuldade em pôr em campo um dos seus pontos fortes, as fases e sequências de jogo continuadas. Com algumas dificuldades nas formações nas dificuldades ordenadas, o pack avançado minhoto conseguia, todavia, equilíbrio na fase de disputa de bola, mas a equipa tinha dificuldades em fazê-lacontinuar, interrompendo frequentemente as sequências com erros individuais (faltas técnicas, maus controlos de bola) que punham em causa o esforço coletivo. Por sua vez, a equipa de Santarém, parecia ter posto o jogo mais de feição com as suas características: uma defesa agressiva, um bloco avançado lutador e a procurar ocupar o meio campo adversário de modo a obter as faltas necessárias para a conversão do seu muito eficaz chutador. Deste modo, a evolução no seu marcador fazia-se com recurso às conversões de penalidades. Por sua vez, o C.R. Arcos de Valdevez fez pontos com dois ensaios, em que pontualmente conseguiu provocar falhas na bem organizada defesa adversária. Ao intervalo, o resultado era de 14-13, o que não defraudava de modo alguma o prognóstico de equilíbrio.
Na segunda parte, a equipa da casa entrou em campo que vontade de alterar esta toada. Nos primeiros minutos foi ela a marcar um ensaio de belo efeito, com várias fases de circulação de bola (19-13), sucedendo-se-lhe outro cinco minutos depois (24-13). Sentia-se que o R.C. Santarém começava a acusar quebra física, com vários elementos desgastados. Por sua vez, a equipa arcuense mantinha o ritmo e a intensidade, com substituições que permitiam consolidar o domínio sobre o adversário que de se desenhou na segunda parte do jogo. Apesar da aproximação do adversário no resultado aos 30 minutos com mais uma penalidade (24-16), o C.R. Arcos de Valdevez não lhe deu mais hipóteses, selando a vitória com mais um ensaio a cinco minutos do fim (31-16).
Sobre a justiça da vitória, poucas dúvidas haverá dado o domínio que os arcuenses mostraram, com cinco ensaios contra dois do adversário. Quanto ao jogo das meias finais irá disputar-se a 17 de fevereiro no Estádio Municipal de Rugby de Arcos de Valdevez face à AEIS Agronomia, que venceu nos quartos de final o CDUL por 24-23. A Agronomia, candidato crónico ao título de vencedor da Taça de Portugal, terá de afirmar o seu favoritismo face a um C.R. Arcos de Valdevez em crescendo e altamente motivado pela excecionalidade do feito, pois apenas em 1995/96 e 2009/2010 chegou tão longe na competição, tendo então vacilado frente à Académica e ao Belenenses respetivamente.

O Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez marcou presença na manhã de domingo, 4 de fevereiro, em Viana do Castelo na 5ª edição dos Trilhos de Viana com partida e chegada no Estádio Municipal Manuela Machado.
Os 2 atletas do CAAV presentes estiveram em grande nível conquistando ambos a vitória dos seus escalões na prova de 12km. João Ribeiro foi o 3º da classificação Geral Absoluta, vencendo o escalão M35 e Luís Loureiro foi o vencedor do escalão M60.
Classificações dos atletas do CAAV nos V Trilhos de Viana
12km
Veteranos 35 Masculinos
1º João Ribeiro (3º da Geral Absoluta)
Veteranos 60 Masculinos
1º Luís Loureiro

O C.R. Arcos de Valdevez deslocou-se ao relvado da Escola Prática de Cavalaria para defrontar a equipa da casa, o R.C. Santarém. O resultado pautou-se por uma derrota tangencial dos arcuenses, que soçobraram no último minuto e perderam por 18-17.
Quem se deslocou para ver o jogo assistiu a um encontro muito equilibrado com muitos momentos de emoção. A primeira parte desenrolou-se sem ensaios, onde o que desequilibrou foi a pontaria dos chutadores aos postes. Muito disputado no centro do terreno, o encontro não conseguia desbloquear para nenhum dos lados. Apesar de algum domínio minhoto em termos territoriais e de posse de bola, nenhuma das equipas conseguia chegar perto da linha de ensaio. O Santarém teve três penalidades e converteu duas, o C.R. Arcos de Valdevez teve quatro penalidades e converteu uma, ficando o resultado em 6-3 ao intervalo.
Na segunda parte, a toada do jogo foi ligeiramente diferente. O R.C. Santarém mostrava uma eficácia extrema a converter penalidades. Passou para 15-3 aos 25 minutos, e os arcuenses não conseguiam marcar. No entanto, os 15 minutos finais foram de emoção extrema: o C.R. Arcos de Valdevez marca dois ensaios consecutivos e passa para a frente do marcador (15-17) pela primeira vez no encontro. No entanto, era preciso sangue frio para manter a vantagem. No último minuto, os arcuenses cedem uma penalidade, que é sancionada duplamente (mais 10 metros de recuo) por protestos. Como foi apanágio durante o jogo, o chutador dos ribatejanos não perdoou, invertendo o resultando e fazendo a sua equipa ganhar pela vantagem mínima (18-17).
Deste modo, fica nos arcuenses o amargo de boca por perder pela vantagem mínima no último minuto de jogo, sensação que se agrava quando se marca dois ensaios contra zero do adversário.
Curiosamente, no próximo fim de semana, estas duas equipas voltarão a defrontar-se, mas em Arcos de Valdevez, em jogo a contar para os ¼ final da Taça Portugal. Aqui os minhotos terão a oportunidade para uma saborosa desforra.

O Centro de Atletismo de Arcos Valdevez marcou presença na passada manhã de domingo, 28 de janeiro, na cidade espanhola de Pontevedra para participar na 12ª edição da Corrida de San Brais.
Esta corrida de estrada com partida e chegada no Centro Comercial Carrefour contou com provas jovens de até 1,2km (com distâncias adequadas para cada faixa etária) e com uma prova absoluta (a partir dos 18 anos) disputada na distância de 6,6km. As categorias foram definidas de acordo com as idades dos atletas no dia da prova. Foram premiados os 3 primeiros de cada categoria na prova absoluta e todos os participantes das provas jovens.
Os 5 atletas do CAAV presentes mais uma vez obtiveram excelentes prestações conquistando três vitórias, um 3º lugar e um 7º lugar.
Classificações dos atletas do CAAV na XII Corrida de San Brais
14-15 anos Masculinos
7° Daniel Lima
16-17 anos Femininos
1ª Anabela Sousa
16-17 anos Masculinos
1° José Cunha
50-59 anos
3° Carlos Alves
70+ anos
1° Joaquim Sá

Pontevedra 28-01-2024
