Academia Desportiva de Valdevez iniciou recentemente um novo ciclo

A Academia Desportiva de Valdevez iniciou recentemente um novo ciclo, com a eleição de uma nova Direção, presidida por Cristiano Barros.

Tendo em conta o papel que a Academia desempenha na formação desportiva de crianças e jovens do nosso território, gostaríamos de partilhar convosco esta nova etapa e os principais objetivos que pretendemos desenvolver nos próximos anos.

Nesse sentido, enviamos em anexo uma nota de imprensa, agradecendo, desde já, a divulgação desta notícia junto dos vossos leitores e seguidores.

Acreditamos que dar visibilidade ao trabalho desenvolvido pelas associações desportivas locais é também uma forma de valorizar os nossos jovens atletas e todas as pessoas que contribuem para o crescimento do desporto na região.

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CRAV Desperdiça Reação Heroica e Cede Vitória ao RC Lousã em Jogo de Loucos nos Arcos

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) saiu derrotado, no passado dia 17 de outubro, num duelo eletrizante frente ao Rugby Club da Lousã por 39-43. A partida, a contar para o Campeonato Nacional da 1.ª Divisão (CN1), ficou marcada por uma entrada apática da formação caseira e por uma eficácia implacável dos visitantes, num espetáculo frenético que premiou o pragmatismo da Lousã e castigou a falta de clarividência dos minhotos nos momentos capitais do encontro.

O apito inicial trouxe consigo um cenário de autêntico pesadelo para os adeptos locais presentes no estádio. Completamente alheada do jogo e a demonstrar sérias lacunas na sua organização defensiva, a equipa do CRAV permitiu que o RC Lousã assumisse o controlo absoluto das operações logo nos instantes inaugurais. Em menos de 20 minutos avassaladores, os visitantes exploraram com mestria a desconcentração arcuense e carimbaram quatro ensaio. Perante um marcador que ameaçava contornos de “tareia” ainda muito cedo, a formação da casa teve de mudar de atitude e procurar assumir o controlo do jogo.

Gradualmente, o CRAV conseguiu sacudir a letargia inicial. Assentando o seu jogo de avançados e melhorando substancialmente a circulação da bola oval, os homens da casa conseguiram equilibrar as forças no terreno de jogo. A forte reação minhota traduziu-se rapidamente em pontos através de três ensaios , que devolveram a esperança às bancadas. Ao recolher aos balneários para o intervalo, o marcador registava um contraponto espetacular de 20-29, deixando antever uma segunda metade que seria imprópria para cardíacos.

A retoma do encontro trouxe a melhor versão do conjunto dos Arcos de Valdevez. Entrando com uma intensidade renovada, a equipa minhota desferiu um golpe rápido e chegou ao ensaio logo nos minutos iniciais do segundo tempo. Com o marcador a ditar uns curtíssimos 27-29, o CRAV colocava-se a apenas um passo de consumar a tão desejada reviravolta. O momento psicológico do desafio parecia ter mudado definitivamente de mãos, mas foi precisamente nessa fase de claro ascendente territorial que faltou discernimento à formação da casa.

Apesar de passar largos minutos completamente instalada no meio-campo adversário, a equipa do CRAV pecou por alguma falta de clarividência na hora de decidir. Algumas más decisões e a falta de discernimento contrariaram um reviravolta que parecia possível.

A punição para a ineficácia arcuense chegou na pare final do jogo. Numa demonstração de enorme eficácia e pragmatismo, a equipa da Beira, em dois contra-ataques, conseguiu dois novos ensaios que ditaram a sentença do encontro e dissiparam quaisquer dúvidas sobre quem levaria os pontos de vitória para casa.

Até ao fim, o CRAV demonstrou uma alma gigante. Recusando baixar os braços, a equipa ainda conseguiu cruzar a linha de meta por mais duas vezes, sendo que o último ensaio da partida aconteceu no derradeiro segundo do jogo. Esta reação final fixou o resultado nuns expressivos 39-43, garantindo aos minhotos um bónus defensivo de um ponto — prémio de consolação por averbarem uma derrota por uma margem inferior a sete pontos.

No balanço final, fica o mérito  da eficácia e solidez do RC Lousã, contrastando com o demérito de um CRAV incapaz de manter uma prestação competitiva consistente ao longo dos 80 minutos. O foco vira-se agora para a próxima jornada, agendada para 31 de outubro, onde a equipa arcuense terá uma deslocação que se antevê extremamente exigente ao difícil terreno do RC Montemor.

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Juliana Galvão conquista bronze no Campeonato Nacional de Meia Maratona de Marcha em Estrada

A atleta Juliana Galvão, da Academia Desportiva de Arcos de Valdevez (ACDAV), conquistou a medalha de bronze no Campeonato Nacional de Meia Maratona de Marcha em Estrada, disputado em Porto de Mós, no passado dia 22 de março.

A competição ficou marcada por um momento histórico para a modalidade, ao assinalar a estreia em Portugal, naquele que foi o primeiro Campeonato Nacional realizado nesta nova distância.

No escalão de absolutos, Juliana Galvão garantiu o 3.º lugar do pódio, ao concluir a prova com a marca de 1h50m53s, alcançando assim a sua primeira medalha em Campeonatos Nacionais da Federação Portuguesa de Atletismo.

Este resultado representa um marco muito importante no percurso da atleta e constitui também um motivo de grande orgulho para a Academia Desportiva de Arcos de Valdevez e para todo o concelho de Arcos de Valdevez, que vê assim uma das suas atletas subir ao pódio numa competição nacional de relevo.

A conquista de Juliana Galvão reforça o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela ACDAV na formação e acompanhamento dos seus atletas, projetando o nome de Arcos de Valdevez no panorama nacional do atletismo.

 

Sport/CRAV garantiu este domingo a presença na final da Taça de Portugal

Depois de vencer o S.L. Benfica por 34-12, numa meia-final disputada no Estádio de Municipal de Arcos de Valdevez.

Num encontro intenso e muito disputado, frente a um adversário de grande qualidade, a equipa mostrou maturidade competitiva, solidez defensiva e eficácia nos momentos decisivos.

A jogar em casa, e com o apoio dos seus adeptos nas bancadas, a formação nortenha assumiu o controlo do jogo, conseguindo construir uma vantagem consistente no marcador. A superioridade coletiva, aliada à entrega e compromisso de todas as atletas, traduziu-se num resultado final de 34-12, confirmando o apuramento para a grande decisão.

Com esta vitória, o Sport/CRAV está oficialmente na final da Taça de Portugal, que será disputada no próximo dia 7 de Março, às 14h30, no Estádio Universitário de Coimbra.

Será mais um momento decisivo para esta equipa que continua a afirmar-se entre as melhores do rugby feminino nacional. A ambição é clara: lutar pelo troféu e acrescentar mais um título ao palmarés desta parceria vencedora.

A contagem decrescente para a final já começou. Coimbra será o palco de mais um capítulo que promete muita emoção.

 

Meia-final em Arcos de Valdevez frente ao Benfica

Na passada quarta-feira, 25 de março, a equipa feminina sénior do Sport/CRAV deslocou-se a Coimbra para disputar os quartos de final da Taça de Portugal, frente à equipa Agrária/Académica. A partida realizou-se às 20h30, no Campo da Agrária de Coimbra.

Apesar de se estrear recentemente no rugby de XV, a formação da Agrária/Académica já demonstrou qualidade, organização e ambição, evidenciando o crescimento da modalidade na região. Ainda assim, o Sport/CRAV entrou determinado, assumindo o controlo do jogo desde os primeiros minutos.

Com uma exibição muito consistente, marcada pela intensidade defensiva, eficácia nas formações ordenadas e criatividade na linha atrasada, a equipa foi construindo o resultado de forma segura. O domínio foi total ao longo dos 80 minutos, refletindo-se no marcador final: 71-0, garantindo de forma clara a passagem às meias-finais da competição.

Com esta vitória, o Sport/CRAV prepara-se agora para um dos momentos mais importantes da época. A equipa recebe o S.L. Benfica já este domingo, dia 3, às 15h00, no Estádio de Municipal de Arcos de Valdevez, em jogo a contar para a meia-final da Taça de Portugal.

Espera-se um grande duelo entre duas equipas históricas e ambiciosas, num encontro que promete intensidade, emoção e rugby de grande nível. Jogar em casa será certamente um fator motivador extra para as atletas do Sport/CRAV, que contam com o apoio dos seus adeptos.

Quatro jogos, quatro vitórias

C.R.Arcos de Valdevez consolida o primeiro lugar na fase final do CN1 ao vencer em casa a equipa de Setúbal por 22-15.

Contrariando o mau tempo das últimas semanas, o jogo decorreu sob um sol primaveril. Aliás, além do calor atmosférico, também o calor desceu ao campo. Foi um jogo muito intenso, muito disputado nas fases de conquista de bola e onde as defesas se distinguiram sobretudo pela espetacularidade das placagens. Todavia, intensidade não é sinónimo de equilíbrio. A primeira parte decorreu sob um intenso domínio dos minhotos, “instalados” no meio campo adversário, e com posse de bola quase total. No entanto, apesar do franco domínio, o C. R. Arcos de Valdevez mostra a dificuldade em marcar, o que se explica, por um lado, pela bem organizada e aguerrida defesa sadina e, por outro, por alguma precipitação dos da casa, a não mostrarem a paciência necessária para marcar, “saltando etapas” na construção do ataque. Deste modo, os pontos só surgiram no final da primeira parte, aos 32 minutos com a conversão de uma penalidade (3-0), e um ensaio ao cair do pano.Deste modo, ao intervalo, o resultado era de 10-0 favorável aos da casa. A segunda parte mudou bastante. O Setúbal entrou com disposição de mudar o rumo dos acontecimentos, com um bloco avançado mais dominador e é um jogo também mais dominante, o que também será explicável por alguma quebra física do C.R. Arcos de Valdevez.

Apesar da reação do Setúbal, o equilíbrio era a nota dominante. Todavia, o C.R. Arcos de Valdevez geria a vantagem com a conversão de penalidades (4 no total ), a punir faltas dos sadinos, que averbaram três ensaios nesta segunda parte, ainda que insuficientes para virar o resultado.Na próxima semana, o C.R. Arcos de Valdevez desloca-se a casa do segundo classificado, num jogo que se espera muito disputado.

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Sport/CRAV sagra-se Bicampeão Nacional

Sport/CRAV sagra-se Bicampeão Nacional após final emocionante decidida nos minutos finais.

A equipa feminina do Sport/CRAV conquistou, este sábado, o título de Campeã Nacional da Divisão de Honra, ao vencer o Sporting CP por 33-31, numa final intensa e decidida apenas nos minutos finais, no Jamor.

A formação nortenha entrou determinada e assumiu o controlo do encontro desde cedo, chegando ao intervalo a vencer por 26-12, fruto de uma exibição segura, eficaz e dominadora em vários momentos do jogo.

Na segunda parte, o Sporting CP reagiu e conseguiu inverter o marcador, passando para a frente com 31-26, colocando à prova a resiliência e a maturidade competitiva do Sport/CRAV.

Num final de grande emoção, e já dentro dos últimos dez minutos da partida, a equipa voltou a assumir o protagonismo. Aos 72 minutos, Joana Mano marcou o ensaio que recolocou o Sport/CRAV na liderança, com Daniela Correia a converter com sucesso, fixando o resultado final em 33-31.

Com esta vitória, o Sport/CRAV conquista o seu segundo título consecutivo de Campeão Nacional da Divisão de Honra, confirmando a consistência e o crescimento sustentado do projeto conjunto

CRAV sagra-se Campeão Nacional Sub-18 em casa

Com um  percurso 100% vitorioso O Estádio Municipal de Arcos de Valdevez foi palco, no dia 31 de Janeiro, do Torneio Final do Campeonato Nacional Sub-18, uma competição que reuniu as melhores equipas nacionais do escalão. Em representação do rugby juvenil português estiveram as equipas do CRAV/Sport, Agrária de Coimbra, Sporting CP, Equipa do Alentejo e Bairrada.

A jogar em casa e perante o seu público entusiasta, a equipa Sub-18 do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez confirmou todo o seu favoritismo e terminou o torneio invicta, vencendo todos os encontros e conquistando, de forma inequívoca, o título de Campeã Nacional.

Depois de uma fase regular igualmente imaculada, o CRAV/Sport manteve o registo perfeito na fase final, demonstrando consistência, qualidade coletiva e uma enorme maturidade competitiva. Os resultados falam por si:

CRAV/Sport 45 x 7 Bairrada

CRAV/Sport 33 x 5 Equipa do Alentejo

CRAV/Sport 26 x 7 Sporting CP

CRAV/Sport 45 x 17 Agrária de Coimbra

Este desempenho irrepreensível reflete o excelente trabalho desenvolvido ao longo da época pela equipa técnica, liderada pelo treinador Américo Gomes, bem como a forte estrutura e acompanhamento fora de campo, com a diretora de equipa Catarina Pinto a desempenhar um papel fundamental na organização e no apoio ao grupo.

A cerimónia de entrega de medalhas contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Arcos de Valdevez, Olegário Gonçalves, que distinguiu as atletas num momento simbólico e de grande orgulho para o clube e para o concelho.

Com este título, o CRAV/Sport reforça o seu estatuto no panorama do rugby nacional e confirma o excelente momento vivido pelo rugby feminino no Norte, assente num trabalho sólido de formação e desenvolvimento.

 

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Sport/CRAV estreia-se na Taça Ibérica frente ao C.R. El Salvador >

A equipa feminina do Sport/CRAV fez, no passado fim de semana, a sua estreia absoluta na Taça Ibérica, competição que coloca frente a frente as campeãs nacionais de Portugal e de Espanha, representando um importante marco no percurso e crescimento do projeto.

A Taça Ibérica é disputada entre as campeãs espanholas, este ano o C.R. El Salvador, uma das equipas mais tituladas e experientes do rugby feminino espanhol, e as campeãs portuguesas, estatuto conquistado pelo Sport/CRAV. A diferença de maturidade competitiva entre os dois países é notória: o rugby feminino espanhol apresenta um campeonato mais antigo, profissionalizado e com maior profundidade competitiva, enquanto o rugby feminino português se encontra ainda em fase de consolidação e crescimento, tornando este tipo de confrontos fundamentais para a evolução das equipas nacionais.

No encontro disputado em Valladolid, foi o Sport/CRAV a inaugurar o marcador, com um ensaio de Mariana Santos, convertido por Daniela Correia, demonstrando personalidade e capacidade competitiva logo nos minutos iniciais. No entanto, a equipa do El Salvador fez valer o seu maior ritmo, experiência e superioridade física, chegando ao intervalo a vencer por 29-7.

Na segunda parte, apesar das dificuldades impostas pelo adversário, o Sport/CRAV manteve a sua atitude competitiva e voltou a marcar, novamente por Mariana Santos, que assinou o segundo ensaio da formação portuguesa. O encontro terminaria com o resultado de 51-12, favorável ao C.R. El Salvador.

Apesar do desfecho, esta primeira participação na Taça Ibérica representa mais um passo significativo no progresso do Sport/CRAV, num percurso sustentado de crescimento e afirmação no rugby feminino. A equipa continuará a trabalhar com ambição, compromisso e determinação, encarando estes desafios como oportunidades de aprendizagem e evolução rumo a um nível competitivo cada vez mais elevado.

 

Fotografias de Kike Ibáñez

Dois jogos, duas vitórias

O C.R. Arcos de Valdevez continua o seu auspicioso início de fase final do CN1 ao vencer desta feita o Caldas RC por 24-19.

Quem se deslocou ao estádio municipal de rugby de Arcos de Valdevez no passado sábado assistiu a um jogo equilibrado e disputado. Eram duas equipas diferentes em campo, com um perfil muito distinto. Do lado dos da casa, via-se um jogo em todo o terreno, com movimentações rápidas de bola para surpreender a defensiva adversária. Do lado dos homens das Caldas da Rainha, o protagonismo era dado a um jogo mais fechado, de combate físico, em que a envergadura dos jogadores do “pack” avançado era posta em destaque.

Quem marcou primeiro foi o C.R. Arcos de Valdevez. Aos 10 minutos, na sequência de uma ação de contra ataque, surpreendeu o adversário quem procurava impor o seu jogo. A partir dos 25 minutos de jogo,. verificou-se o melhor período do Caldas RC. Impondo o seu jogo físico, “abafou” os minhotos, defendiam galhardamente, sem, no entanto, conseguir evitar a marcação de dois ensaios, e pôr o resultado em 7-12, resultado que ditou o final da primeira parte.

Na segunda parte, o fulgor dos visitantes parecia diminuir. No entanto, o C.R. Arcos de Valdevez tinha que gerir a sua inferioridade numérica, por terem sido averbados cartões amarelos a dois jogadores (a consequência é uma expulsão temporária de 10 minutos).

Deste modo, só conseguiu impor superioridade  a partir do minuto 15, em que marcou um ensaio empatando o jogo. Tendo posse de bola, a equipa procurava fazer o seu jogo rápido, baralhando a defesa adversária, mas os homens do Oeste iam defendendo e replicando com o seu modelo tático baseado em colisões.

Nesta luta, os minhotos iam-se instalando no meio campo adversário, e conseguiram o terceiro ensaio ao minuto 32 da segunda parte (19-12). Foi então a vez do Caldas RC voltar a tomar as rédeas da partida, marcando um ensaio de penalidade a 3 minutos do fim e deixando o resultado nuns apertadíssimos 21-19. Já na última jogada, o C.R. Arcos de Valdevez converte uma penalidade, deixando o resultado final em 24-19.

No próximo sábado, o C.R. Arcos de Valdevez jogará novamente em casa, recebendo agora o líder da classificação, o GD Direito. Este jogo não deixa de estar marcado de expectativa por se tratar do encontro entre as duas únicas equipas invictas desta fase final.

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