O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) deslocou-se a Alvalade em Lisboa

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) deslocou-se a Alvalade em Lisboa no dia 9 de janeiro para jogar contra o São Miguel, naquela que é a terceira jornada da fase final do grupo B do CN Honra.

Embora seja a terceira jornada, foi a primeira para o CR Arcos de Valdevez por força do adiamento dos seus dois jogos iniciais: no dia 12 de dezembro, em que estava marcado o CRAV-Benfica, surgiram dois casos positivos na equipa arcuense que ditaram o adiamento do jogo em causa e do seguinte. Com efeito, por determinação da autoridade sanitária, a equipa viu-se obrigada a um período de isolamento profilático de 14 dias, no qual mais dois atletas testaram positivo.

Para alem do CRAV, vários clubes têm sido fustigados por incidências pandémicas: o jogo Benfica-Montemor, também marcado para 9 de janeiro, foi adiado e todos os jogos do grupo A do CN Honra foram adiados pelo mesmo motivo, havendo ao todo três equipas em isolamento profilático.

Relativamente ao jogo em si, também a pandemia foi um interveniente a ter em conta. Com efeito, a equipa visitante, sem jogar desde início de novembro e confinada na segunda metade de dezembro, acusou decisivamente a a falta de condição física. Numa primeira parte penosa, que ficou em 31-0 , o CRAV sofreu cinco ensaios sem resposta, parecendo deslumbrado com a superioridade do adversário em todos os capítulos do jogo, fisicamente mais preparado e animicamente num patamar superior.

A segunda parte teve um caráter diferente. A jogar a favor do vento e aproveitando alguma descida do ritmo de jogo, o CRAV teve maia posse de bola e conseguiu um jogo mais equilibrado: marcou dois ensaios contra três do São Miguel. Procurou impor o seu modelo de jogo com algum êxito, pesem algumas inconsistências devidas à falta de condição fisica, com muitos atletas com caimbras no final do jogo. A equipa minhota também se poderá queixar de alguma falta de sorte, uma vez que nos o momentos iniciais teve duas lesões em jogadores influentes, nomeadamente no argentino Facundo Marino e em João Aniceto, o primeiro substituído nos minutos iniciais, o segundo a jogar com muitas limitações que resultaram na sua saída de jogo no início da segunda parte. Se estas incidências se poderiam considerar normais, neste momento são mais penalizadoras para o CRAV, que tem vários atletas indisponíveis por opção, para além de ouros que não puderam deslocar-se com a equipa por compromissos profissionais.

Em termos de conclusão, este jogo, que terminou com um expressivo 50-14 para o São Miguel espelha bem a situação do CRAV: vive um momento difícil que poderá comprometer a sua prestação, mas, por outro lado, a segunda parte mostra que tem capacidade desportiva para ter uma prestação honrosa. na reação da equipa a todo este cenário estará a resposta sobre o seu futuro imediato.

Atleta do CAAV Joaquim Sá em 8º no Ranking Mundial 2020

Com a entrada do novo ano a World Masters Rankings disponibilizou a lista das melhores performances Mundiais de 2020 nos vários escalões de Veteranos na qual figura o experiente atleta do Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez Joaquim Sá com um brilhante 8º lugar nos 1500m em pista coberta no escalão M70 com a marca de 5.42,78 (5º melhor português de sempre) obtida no passado dia 7 de Março na Expocentro de Pombal quando se sagrou Vice-Campeão Nacional, apenas superado em 48 centésimos pelo boavisteiro Adelino Moutinho (7º do ranking mundial). Encabeça o Ranking o Holandês Recordista Mundial da distância Cees Stolwijk.

Uma semana após o Campeonato Nacional de Veteranos em Pista Coberta o CAAV iria participar com os seus atletas Joaquim Sá e José Correia no Campeonato da Europa de Veteranos de Pista Coberta e Corta-Mato em Braga que estava previsto realizar-se de 15 a 22 de Março, tendo o evento sido cancelado a poucos dias da sua realização aquando dos primeiros casos positivos de Covid-19 registados em Portugal.

Atualmente os atletas do CAAV estavam a preparar-se para o Campeonato Nacional de Estrada (previsto para 9 de Janeiro no Autódromo do Estoril), sendo este adiado às vésperas da sua realização para data a designar devido à renovação do estado de emergência com medidas de recolhimento obrigatório e proibição de circulação entre concelhos para o fim de semana de 8 a 11 de Janeiro.

Top10 Ranking Mundial Pista Coberta 2020

M70

1500m

1º 4.53,53 Cees Stolwijk NED (*Recorde Mundial)

2º 5.34,69 Patrick Timmons IRL

3º 5.36,82 Hans Smeets NED

4º 5.37,47 Tommy Ericsson SWE

5º 5.38,43 Bo Persson SWE

6º 5.39,44 Celso Curiel Recio ESP

7º 5.42,30 Adelino Moutinho POR

8º 5.42,78 Joaquim Sá POR

9º 5.45,23 Richard Marks GBR

10º 5.47,26 Erik Leyseele BEL

O Ranking Mundial pode ser consultado em:

https://mastersrankings.com/rankings/?x10=M70&x7=1500&x4=MEN&x2=Indoor&x1=2020

Juliana Galvão, vai participar no 6º Challenge

“O sonho comanda a vida”
Juliana Galvão, vai participar no 6º Challenge de Leiria em Marcha Atlética. No momento de pandemia em que vivemos e apesar das restrições o atletismo não pára e desta forma ADAL – Associação Distrital de Atletismo de Leiria organiza a 6.ª CHALLENGE DE LEIRIA EM MARCHA ATLÉTICA, hoje pelas 19H30 no
Estádio Municipal de Leiria e a Academia Desportiva de Arcos de Valdevez faz-se representar com uma Atleta.

CRAV termina fase regional da divisão de honra

CRAV 0 vs AAC 24

Numa tarde de autentico temporal, com bastante chuva e vento o CRAV defrontou a académica de Coimbra em jogo a contar para a última jornada da fase de grupos regional do campeonato nacional da divisão de honra.

Já sem ambições para atingir o grupo que vai disputar o título, restava ao CRAV continuar o seu caminho de consolidar processos na sua muito jovem equipa, de modo a estar preparado para a fase seguinte, onde vai fazer parte do grupo de 6 equipas que vão lutar pela manutenção na principal divisão do rugby português.

A Académica entrou no jogo bastante forte, pois ainda mantinha ambições de chegar ao 1º lugar do grupo, tentando controlar o jogo e tomando a iniciativa atacante. Com uma defesa feroz, os minhotos iam tentando contrariar o ímpeto dos estudantes, tentando sempre que fosse sua a posse de bola, atacar, ameaçando a área de validação adversária.

Os visitantes tiveram de trabalhar bastante para conseguir cada ponto que marcaram, pois encontraram na jovem equipa arcuense, em grande parte do jogo, uma barreira muito difícil de transpor.

Se na defesa os minhotos estiveram bem no geral, descontando alguns erros que a inexperiência de alguns dos seus atletas concederam, foi no ataque que tiveram mais problemas. Esses problemas advieram das dificuldades que sentiram nas fases estáticas do jogo, sendo que na formação ordenada era sabido que, dadas as limitações que têm atualmente na 1ªlinha, o jogo ia ser difícil, a surpresa veio dos alinhamentos. E foi uma má surpresa, visto que os minhotos não confirmaram as melhorias que vinham evidenciado nesse aspeto do jogo, mostrando os seus avançados uma tarde desastrada nos alinhamentos próprios. Sem fases estáticas com a bola conquistada com segurança, foi muito difícil ao CRAV ter posse de bola de qualidade no meio campo adversário e conseguir marcar pontos. Isto explica o facto que apesar de se ter batido em igualdade com a Académica em grande parte do jogo, o marcador se encontrava em 0 para os da casa no final do encontro, contra os 24 pontos do visitante.

Mais um troféu “O Minhoto” para o Rugby em Arcos de Valdevez

O atleta do CRAV Viriato Teixeira recebeu o troféu Atleta Rugby na XXIII edição dos prémios O Minhoto, juntando-se assim a um restrito grupo de atletas que representaram e representam o CRAV. Neste grupo, destacam-se nomes como Nuno Neto, Antónia Braga ou Luís Salvado, entre outros, que em anteriores edições foram distinguidos individualmente.

A nível global, é já o 11º troféu atribuído e relacionado com o Clube de Rugby de Arcos de Valdevez. Nove troféus foram a título individual, enquanto que o CRAV foi agraciado em 1999 com o troféu “Clube Fomento Desportivo Jovem”, e, em 2016, o Grande Prémio do Júri, este último um dos mais prestigiados da organização dos troféus O Minhoto..

A entrega de prémios relativos ao ano 2019, prevista para o passado mês de março, foi adiada em sequência da pandemia Covid 19, tendo decorrido, nas últimas semanas, de forma faseada e descentralizada.

A organização considerou não ser oportuno realizar a Gala, mas entendeu manter a entrega dos troféus de forma a preservar os propósitos da iniciativa: homenagear o mérito dos envolvidos no fenómeno desportivo da região.

Os 28 troféus entregues foram atribuídos por votação de um extenso Júri composto por 97 elementos, entre jornalistas desportivos de órgãos locais, regionais e nacionais dos diferentes meios de comunicação social, e ainda entidades ligadas ao desporto.

Quanto ao premiado, Viriato Teixeira é um atleta formado nas escolas do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez. Com uma envergadura física assinalável (1,90 metros, 100 quilos) é um jogador que se destaca pelo poder físico e pela capacidade em perfurar as defesas adversárias. Mostrando grande intensidade no contacto físico, tem sido ao longo dos últimos anos uma referência no jogo da sua equipa, deixando sempre a sua marca de entrega e intensidade no jogo.

CRAV desloca-se ao Porto

CDUP 56 vs CRAV 0

Ainda não foi desta vez que o CRAV conseguiu inverter a série de maus resultados em que se encontra neste momento.

Este sábado, no Porto, num regresso há muito desejado ao renovado Estádio Universitário do Porto, os minhotos defrontaram o CDUP, equipa que luta pelo apuramento para o grupo que vai lutar pelo título nacional.

Na primeira parte os arcuenses mostraram-se a um nível superior ao que tinham vindo a fazer nos últimos jogos, apesar disso os universitários tiveram sempre algum ascendente no jogo, normal para uma equipa com aspirações superiores.

O CDUP ia fazendo as despesas do jogo atacante tendo os minhotos mostrado muito desacerto nos processos coletivos defensivos, situação que se veio a agudizar com o avançar do tempo.

Com uma equipa muito jovem, onde alguns jovens oriundos das suas camadas jovens fizeram a sua estreia, dadas algumas ausências de elementos importantes à equipa, por obrigações laborais, a inexperiência e falta de jogo coletivo veio ao de cima.

Na segunda parte foi um CDUP de grande qualidade que entrou no jogo, cavando uma distancia grande no marcador e deixando os minhotos sem reação. Foi um CRAV desagregado que se viu a partir daí, não conseguindo esboçar a reação que estaria nas suas cabeças quando foram para intervalo, permitindo ao CDUP acrescentar pontos ao marcador.

CRAV – primeira deslocação em época de pandemia

AAC 39 vs CRAV 15

Foi um CRAV ainda sem estar na sua máxima força e onde os problemas quanto aos  seus atletas da primeira linha continuam, devido a lesões e outras  indisponibilidades que continuam a assolar o plantel nessa posição específica.
Assim foi um CRAV com uma avançada de recurso que iniciou o encontro. A Académica de Coimbra, equipa com ambições de ainda chegar ao top 6 da divisão de honra, entrou  mais forte nos primeiros minutos impondo o seu jogo. O CRAV tardou em se encontrar e apesar de ter conseguido melhorar o seu trabalho nas situações estáticas do jogo, não esteve tão organizado defensivamente, permitindo que a equipa  adversária conseguisse marcar e tomar a dianteira no resultado.
O parcial ao intervalo era de 22 -8 para a equipa coimbrã.
Na segunda parte os minhotos procuraram  e conseguiram a espaços ir em busca de um melhor resultado, tendo criado dificuldades aos estudantes obrigando a que defendessem perto da sua área de validação por diversas vezes. Com o avançar dos minutos e com pouca profundidade no banco para as posições de avançados, obrigou a um desgaste suplementar que impediu que fosse possível uma maior aproximação no resultado. Ainda assim os arcuenses mostraram que podem ser competitivos e criar muitas dores de cabeça às defesas adversárias e que a partir do momento que seja possível equilibrar os seus jogadores disponíveis na primeira linha será possível nos próximos jogos discutir os resultados com a s equipas adversárias.
No final o resultado de 39-15 reflete uma vitoria clara da Académica contra uma muito jovem equipa arcuense, que para colmatar as suas faltas em certas posições em campo se viu obrigada a recorrer a alguns jogadores mais veteranos, mas ainda assim mostrou melhorias claras na formação ordenada e alinhamentos, em relação ao jogo anterior, o que permitiu uma maior e de melhor qualidade, posse de bola.

Campeonato Nacional de Kayak Polo

A modalidade de Kayak Polo voltou ao ativo depois uma paragem prolongada devido à pandemia. No fim de semana de 10 e 11 de outubro, em Setúbal, disputou-se o Campeonato Nacional da modalidade. Este ano de 2020, a competição teve de ser restruturada, sendo disputada apenas numa única fase, em que as equipas jogavam todas contra todas. No evento foram acauteladas todas as medidas previamente impostas pela DGS em articulação com a Federação Portuguesa de Canoagem.

O Clube náutico de Arcos de Valdevez marcou presença no evento com a sua equipa sénior, composta pelos atletas Lucas Cunha, Jorge Marinho, Daniel Silva, Edgar Cerqueira, Tiago Ventura e Filipe Silva.

No primeiro dia de competição os arcuenses estiveram em bom plano, ganhando 3 jogos contras as equipas do AN Seixal, CN Fão e Sport Faro e Benfica, consentindo apenas um empate contra a equipa da casa, o CC Setúbal.

No domingo, os jogos não correram de melhor forma para a equipa minhota, perdendo 2 jogos contra a equipa do CKP Barra e Fluvial de Coimbra B, e empatando contra o Fluvial de Coimbra A.

Com esta conjugação de resultados o CNAV ficou fora do pódio do nacional, classificando em 4º lugar. O novo campeão nacional é agora o CKP Barra.

Excecionalmente este ano, devido à pandemia, não se disputaram os escalões de formação.

CRAV inicia campeonato da divisão de honra

CRAV 0 vs CDUP 38

Num ano atípico, dada a situação mundial causada pela pandemia de Covid-19, que criou em toda a sociedade dificuldades e desafios em todas as situações da vida quotidiana, o desporto em geral e o rugby em particular tem sentido esses desafios e limitações de forma agravada,pelo seu estatuto de desporto amador.

Ainda assim e cumprindo todas as regras e protocolos emitidos pela DGS, Federação Portuguesa de Rugby e demais autoridades públicas foi possível ao CRAV iniciar a sua participação no campeonato nacional da divisão de honra, escalão máximo do rugby português.

Um início de época atípico onde a somar às já normais preocupações e problemas que a situação de saúde pública que vivemos, vieram também enormes problemas para os arcuenses nas suas 1ªs linha. Nesta posição específica e tão importante do jogo e pelas mais variadas razões viu-se a equipa técnica limitada em muito nas suas escolhas, tendo só em cima da hora do jogo garantido os atletas suficientes nessas posições.

Assim foi sem surpresas que logo no início da partida o CRAV tivesse sentido muitas dificuldades nas fases estáticas do jogo, o que o condicionava fortemente, dando ao adversário uma arma muito importante.

O CDUP com uma equipa recheada de grandes valores, com muitos jogadores internacionais e com aspirações a estar presente na fase final, entrou no jogo dominador, usando o seu jogo bastante expansivo para criar problemas à defesa minhota, ainda por cima usando a grande vantagem que tinham na formação ordenada e nos alinhamentos.

Ainda assim o CRAV demonstrou muita garra e capacidade na defesa tentando dificultar ao máximo o ataque portuense, tendo inclusive estado muito perto de marcar por várias ocasiões, tendo algumas das suas mais jovens promessas se exibido a grande nível. 

O resultado no fim da 1ª parte com os quatro ensaios marcados pelos visitantes era o espelho de uma superioridade clara destes.

Na 2ª parte o CRAV conseguiu equilibrar a formação ordenada e isso trouxe um jogo bastante diferente, mais estáveis nesta área do jogo, os arcuenses foram capazes de pressionar muito mais defensivamente, obrigando o CDUP a muitos erros ofensivos e equilibrando o jogo.

O resultado final de 0-38 para os visitantes, apesar de pesado para o CRAV, deixou algumas indicações que os minhotos se conseguirem resolver os problemas que presentemente sentem na 1ª linha poderão lutar de forma mais competente pelos resultados.

Atletas da Arc Guilhadeses recebem Prémio de Mérito Escolar

“Os atletas da Arc Guilhadeses Eduardo Amorim (sub 10), Gabriel Amorim (sub 11), Gonçalo Amorim (sub 13), Rafael Cacho, Eduardo Barreira e Pedro Pires (sub 14) e Filipe Lemos (sub 15) foram reconhecidos, no passado dia 15 de setembro, no Campo Padre Arieiro, numa cerimónia ajustada à situação pandémica, pela sua prestação académica e desportiva e receberam os respetivos diplomas e medalhas.
Eugénio Fernandes, presidente da coletividade, agradeceu a presença de todos e transmitiu a sua satisfação pela Arc Guilhadeses possuir atletas distinguidos com este prémio, que deverá continuar. Referiu que, infelizmente, esta cerimónia teve de ser realizada com o escrupuloso cumprimento das normas exigidas, porém, toda a família da Arc Guilhadeses congratula não só os atletas premiados bem como todos aqueles que investiram, sobretudo, na sua formação académica. 

Carlos Ferreira, responsável pelo Departamento de Acompanhamento Escolar defendeu que a formação do atleta tem de ser vista como um todo e o reconhecimento da gestão das suas responsabilidades académicas e desportivas é mais do que justo. Foram estes os atletas distinguidos mas o reconhecimento é estendível a todos os outros num ano letivo transato extremamente desafiante. 

No momento da notícia, os atletas manifestaram a sua opinião, dando alguns conselhos aos seus companheiros.

https://www.facebook.com/1594179214237096/videos/761970064585550 

Recorde-se que este prémio está enquadrado na certificação das 3 estrelas da ARC Guilhadeses, correspondendo à importância que o clube atribui à formação académica dos seus atletas.

Parabéns a todos!