Vitória vantajosa assegura ponto de Bónus para a equipa feminina

A 4° Jornada do Campeonato Nacional de Rugby da Divisão de Honra feminino trouxe mais uma vitória para a equipa feminina Sport/CRAV. O jogo teve lugar no sábado, 4 de Novembro, em Arcos de Valdevez, onde a equipa da casa recebeu a Associação Académica de Coimbra/ Clube de Rugby da Lousã, equipa que se estreou esta época nesta divisão.

A equipa nortenha, mais experiente no jogo, manteve a superioridade no marcador, de início ao fim da partida. Num jogo marcado por condições atmosféricas pouco favoráveis à prática da modalidade,  ambas as equipas deram o seu melhor dentro de campo, mas a diferença notória de experiência reflectiu-se no resultado final de 125-0 a favor do Sport-CRAV.

A próxima jornada do campeonato será disputada em Coimbra, contra a Escola Superior de Agrária.

C.R. Arcos de Valdevez bate categoricamente Setúbal por 35-17

No último sábado, o C.R. Arcos de Valdevez cumpriu os seus serviços mínimos com distinção. Cabia-lhe derrotar o líder da classificação, a Academia de Setúbal, em casa e esperar por um deslize do R.C. Santarém em Tondela (que não aconteceu) para poder chegar à final da competição. De qualquer modo, ficou um exibição brilhante e a sensação amarga de ter perdido a final por pouco.

O jogo ficou marcado pelo domínio do C.R. Arcos de Valdevez a maior parte do tempo. Sinal disso foram três ensaios sem resposta nos primeiros 30 minutos, com jogadas variadas e de belo efeito. Aos 38 minutos, o Setúbal marca o seu primeiro ensaio (21-10), mas os inspirados arcuenses não perdoaram marcando o quarto ensaio ao cair do pano e entrando no ponto de bónus ofensivo. Ao intervalo o resultado estava em 28-10.A segunda parte disputou-se sob o signo de um maior equilíbrio. Os primeiros 20 minutos ainda foram dos minhotos, mas faltou-lhes a eficácia da primeira parte, só conseguindo o ensaio perto dos 30 minutos. Nos minutos finais, o jogo ficou mais confuso. O Setúbal impôs o seu poder físico, enquanto os da casa casa há tinham a equipa muito mexida pelas substituições. No minuto final, os sadinos conseguiram um ensaio de penalidade, que deixou o marcador no fim do jogo em 35-17, garantindo ao C.R. Arcos de Valdevez os quatro pontos da vitória mais um de bónus ofensivo. Mau grado a qualidade da prestação, não foi suficiente para pôr o a equipa na final. Em Tondela, o R.C. Santarém venceu a equipa local por 17-29, garantido-lhe o segundo lugar na classificação ficando dois pontos à frente dos minhotos.

Deste modo, no dia 17 de maio disputar-se-á a final do CN1 entre Setúbal e Santarém.

 

 

 

No encalço da esperança

Após a derrota em Santarém na jornada transata, o C.R. Arcos de Valdevez voltou à corrida para a participação na final do CN1, ao vencer por 24-13 o C.R. Évora. A 4 pontos do segundo lugar, os minhotos terão de disputar e vencer três finais, de modo a chegar à quarta.

Com a derrota por 40-29 do RC Santarém contra o C.R. Setúbal, a questão da vaga do segundo lugar no final do CN1 está ainda por decidir. A Academia de Setúbal tem o lugar quase garantido para o dia 17 de maio, com uma vantagem de 12 pontos sobre o terceiro lugar. A três jornadas do término da fase final, Santarém lidera o pelotão para o segundo lugar com 20 pontos, seguindo-se Arcos de Valdevez, Tondela e Évora com 16, 14 e 12 respetivamente. Obviamente, a equipa ribatejana detém o favoritismo por ser a única a depender apenas de si própria,mas tudo pode acontecer.

Sobre o jogo do último sábado no relvado municipal da Coutada, foi obviamente um jogo disputado. O C.R. Arcos de Valdevez entrou mais forte, mas teve dificuldade em materializar a vantagem. Várias opções erradas nivelaram o jogo. Quase no normal da primeira parte, o C.R. Arcos de Valdevez ganhava apenas por 7-3. Entretanto, antes do intervalo conseguiu o 17-3.

Na segunda parte o jogo mudou. O C.R. Évora reagiu e instalou-se no meio campo minhoto. No entanto, a reação não foi suficiente. O resultado final de 24-13 (3-2 em ensaios) acabou por ser justo, premiando a equipa mais forte.

Restam agora ao C.R. Arcos de Valdevez três jogos decisivos para o acesso à final do CN1. O primeiro será em Tondela a 26 de abril. Nenhuma das equipas poderá perder pontos sob o risco de dizer adeus ao momento tão desejado por todas as equipas.

 

Derrota amarga contra o líder do campeonato

Morrer ao pé da praia

O C.R.Arcos de Valdevez foi visitar a Academia de Setúbal e perdeu o encontro (34-30) na última jogada da partida.

 

Quem se deslocou a Monsanto, casa emprestada do Setúbal por estar a cumprir uma sanção disciplinar, viu um jogo equilibradíssimo. Foi uma partida disputada ao milímetro e a evolução do marcador mostra-o claramente. Aos 25 minutos, o jogo ia em 19-7. Num espaço de 15 minutos os arcuenses marcaram dois ensaios consecutivos e foram para o intervalo a ganhar 19-21.

A segunda parte foi alucinante, que o diga a evolução do marcador:19-24, 19-27, 22-27, 22-30, 27-30, tudo num espaço de cerca de 25 minutos. O último quarto de hora foi então dramático. O Setúbal procurava marcar de todos as formas e o C.R. Arcos de Valdevez defendia de todas as maneiras. Só no derradeiro lance do encontro veio o balde de água fria. A aproveitar uma insistência, os da casa marcaram um ensaio transformado deixando os arcuenses com o triste consolo do ponto de bónus defensivo por ter uma derrota inferior a 8 pontos.

Neste fecho de primeira volta, com este jogo, o Setúbal afastou-se ficando com uma vantagem de 6 pontos sobre os arcuenses.

Na próxima jornada, a 29 de março, o C.R. Arcos de Valdevez desloca-se a Santarém num jogo capital. Os ribatejanos estão em segundo lugar com mais três pontos que os arcuenses e uma eventual derrota significará um atraso significativo face aos dois lugares cimeiros.

Celina Peneda brilha na sua estreia com as cores de Portugal

A jovem atleta Celina Peneda natural de Arcos de Valdevez, que representa atualmente a Academia Desportiva de Arcos de Valdevez teve uma prestação notável no Torneio Ibérico de Provas Combinadas, que decorreu nos dias 15 e 16 de março, em Pombal. Na sua estreia a representar Portugal, Celina esteve em destaque, obtendo vários recordes pessoais e regionais e conquistando o 4.º lugar no Pentatlo de Seniores.

Vestindo pela primeira vez as cores de Portugal, Celina Peneda teve uma excelente prestação, alcançando bons resultados nas várias disciplinas que constituem o pentatlo.
A competição iniciou-se da melhor forma com os 60 metros Barreiras, onde Celina registou o tempo de 8.79 segundos, um novo Recorde Pessoal e Recorde Regional de Viana do Castelo. De seguida, no Salto em Altura, alcançou a marca de 1.64 metros, enquanto no Lançamento do Peso obteve uma marca de 10.87 metros. No Salto em Comprimento, esteve novamente ao seu melhor nível, conseguindo um registo de 5.62 metros, o que representou também um novo Recorde Pessoal. Por fim, nos 800 metros, a atleta concluiu a prova com um tempo de 2:23.55.

Com a soma dos pontos das 5 disciplinas, Celina totalizou 3835 pontos, alcançando assim um novo Recorde Pessoal e escrevendo mais uma vez o seu nome no atletismo de Viana do Castelo através do derrube de mais um Recorde Regional.

O Torneio Ibérico de Provas Combinadas, realizado em Pombal, contou com a participação de atletas de Portugal e Espanha. Além da competição, o evento ofereceu aos participantes a oportunidade de convívio e partilha de experiências, criando um ambiente enriquecedor tanto em termos desportivos como sociais.

A presença do técnico Miguel Rios nesta competição foi igualmente significativa, acompanhando Celina Peneda na preparação e orientação ao longo da prova.

 

Celina Peneda Campeã Nacional Universitária, Juliana Galvão Vice-Campeã

Celina Peneda Campeã Nacional Universitária, Juliana Galvão Vice-Campeã

Os Campeonatos Nacionais Universitários foram marcados por grandes conquistas para os atletas da Academia Desportiva de Arcos de Valdevez que representaram as suas universidades, com Juliana Galvão e Celina Peneda a subirem ao pódio.

Celina Peneda, em representação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), sagrou-se campeã nacional no salto em altura e conquistou ainda a medalha de prata no lançamento do peso. Para além disso, participou nos 60m barreiras, terminando em 6º lugar.

Já Juliana Galvão, da Universidade do Minho (UMinho), destacou-se nos 3000m marcha, conquistando a medalha de prata.

Outros atletas da Academia também marcaram presença na competição:

João Gomes (UMinho): 6º lugar no salto em altura, 14º nos 60m barreiras e 32º nos 60m

Stacy Canossa (UTAD): 11º lugar no lançamento do peso

Carolina Sousa (IPB): 18º lugar no salto em comprimento

Estes atletas são um verdadeiro exemplo de que é possível conciliar o desporto com a vida académica, demonstrando que a dedicação e o compromisso levam ao sucesso em ambas as áreas.

Além do sucesso nos Campeonatos Universitários, a atleta da Academia Desportiva de Arcos de Valdevez Paula Costa teve uma performance notável no Campeonato Nacional de 5km em estrada, realizado no dia 9 de março em Braga.

Paula conquistou o 4.º lugar no escalão M45, estabelecendo um novo recorde pessoal ao completar a prova em 00:19:46.

A Academia continua a crescer e a formar campeões dentro e fora das pistas!

 

 

Vitória dura, mas saborosa

O C.R. Arcos de Valdevez, garantiu, no último sábado, uma sólida vitória em casa contra a equipa do CDUP por 24-6.

 

O jogo passou-se sob condições meteorológicas muito adversas, por força da depressão Jana. As equipas encontraram um campo saturado de água por causa da precipitação dos últimos dias, além da chuva, vento e frio que se fizeram sentir durante todo o encontro. Além disso, defrontaram-se sob o som ensurdecedor de escapes de motociclos que, num terreno adjacente, cumpriam o programa do evento Arcos TT.

Não obstante as dificuldades, as equipas procuraram – e conseguiram – expressar o seu jogo. O C.R. Arcos de Valdevez procurava impor o poder físico do seu bloco avançado, enquanto que o CDUP contrariava com bravura essa tentativa de imposição, procurando explorar, em situações atacantes, alguma fragilidade da equipa da casa na defesa do jogo ao pé. Havia uma toada de equilíbrio na partida, até porque a estratégia dos minhotos envolvia alguma paciência, tal como diz o ditado popular. Não era propriamente “água mole”, mas o facto o é que a insistência provocando algum cansaço no adversário, também condicionado no jogo rápido à mão, em virtude das más condições climatéricas. Assim, aos 22 minutos surgiu o primeiro ensaio dos da casa, a que os portuenses responderam cinco minutos mais tarde com a conversão de uma penalidade (7-3). Aos 33 minutos, novo ensaio dos da casa, que começavam a adiantar-se no marcador. Porém, o CDUP tinha forças para resistir e tentar marcar ensaio. Tentou, mas não foi bem sucedido, estando o resultado ao intervalo em 12-3. Apesar de ganhar por dois ensaios a zero, tudo se mantinha em aberto, dado o equilíbrio do jogo e a proximidade no marcador.

Na segunda parte, o jogo não mudou muito. O C.R. Arcos de Valdevez mantinha o seu fio de jogo muito adaptado às condições que faziam sentir e corrigiu algum desacerto defensivo do jogo ao pé. O CDUP, por sua vez, embora decidido e resiliente, tinha dificuldade em aguentar a superioridade física dos minhotos e quase abdicou do jogo ao pé por causa da irregularidade do vento. Assim, pouco depois dos dez minutos, os arcuenses arrancam o terceiro ensaio, e os portuenses a segunda penalidade (17-6). O resultado continuava disputado, embora o C.R. Arcos de Valdevez começasse a mostrar um maior domínio territorial e na posse de bola. O CDUP só a espaços se aproximava da linha de ensaio adversária e sem consequências. Foi, deste modo, com alguma naturalidade que, a quinze minutos do final, marca o quarto ensaio que garante a vitória (24-6) e o ponto de bónus ofensivo.

Na próxima jornada, última da primeira volta da fase final, uma difícil deslocação a Setúbal, líder atual da competição e com três pontos de avanço, espera o C.R. Arcos de Valdevez num jogo de grande importância, que, em caso de vitória, poderá catapultar os minhotos para a posição cimeira da tabela classificativa.

 

 

Celina Peneda convocada para representar Portugal

A atleta arcuense da Academia Desportiva de Valdevez foi convocada para representar a Seleção Nacional, que participará no Torneio Ibérico de Provas Combinadas de Pista Curta, nos dias 15 e 16 de março em Pombal, Leiria.

 

Celina Peneda, de 22 anos, alcança o momento mais alto da sua carreira, a primeira internacionalização, defendendo as cores da equipa de Portugal , nos dias 15 e 16 de março, na pista da Expocentro em Pombal.  Participará em seniores femininos da disciplina do Pentatlo, no Torneio Ibérico de Provas Combinadas, competição que se realiza anualmente e coloca frente a frente as seleções de Portugal e Espanha, nos escalões de sub-18, sub-20 e, este ano pela primeira vez, nos Seniores, em masculinos e femininos, na especialidade de Provas Combinadas, Heptatlo (7 disciplinas) no masculinos e Pentatlo (5 disciplinas) no feminino.

A atleta arcuense, atual Campeã Nacional de Sub-23 de Ar livre, em título na disciplina do Heptatlo, concilia o atletismo com a frequência do mestrado de Design Integrado no IPVC.

No currículo conta já com 10 medalhas nacionais individuais em provas combinadas, desde os escalões de sub-18, e dois títulos nacionais coletivos da 3ª divisão, defendendo as cores da Academia Desportiva de Valdevez.

A atleta vai ser acompanhada nesta seleção pelo treinador de sempre, Miguel Rios, técnico da Academia Desportiva de Valdevez, também convocado para a Seleção Nacional de Provas Combinadas.

Assistimos a um dos maiores feitos do atletismo arcuense, fruto do trabalho desenvolvido pelos atletas, familiares, técnicos e dirigentes desta associação arcuense, com a cooperação valiosa do Município de Arcos de Valdevez.

 

Convívio regional de Rugby Juvenil

Realizou-se no dia 09 de Fevereiro, o quarto convívio regional de Rugby Juvenil, organizado pela Associação de Rugby do Norte (ARN) e logística a cargo da Escola de Rugby do Porto (ERP), tendo o evento tido lugar no Complexo Desportivo de Ramalde, no Porto.

A comitiva de Arcos de Valdevez contou com a presença de 25 atletas da Academia, estando todos os escalões representados: sub-6, sub-8, sub-10 e sub-12.

Apesar da chuva miudinha, o evento contou com a participação de várias escolas do Norte do País, com direito a sessão de  bombos e gaitas aquando da entrada das equipas em campo e t-shirts para os participantes.

O futuro da modalidade garante-se com a participação nestes Convívios, momento de teste das valências adquiridas nos treinos e de aperfeiçoamento do relacionamento com outros jovens atletas.

O próximo convívio está marcado para dia 9 de Março, em Famalicão.

Crav empata em casa com Rugby de Santarém

O sabor amargo do empate

Não é habitual um jogo de Rugby terminar em empate. Na receção ao RC Santarém realizada a 8 de fevereiro, a contar para a primeira jornada da fase final do CN1, o C.R. Arcos de Valdevez permitiu  a igualdade no marcador (23-23) na última jornada do encontro, deixando a vitória escapar-se-lhe entre os dedos.
Jogo, como era de prever, começou (e acabou) sob o signo do equilíbrio. O C.R. Arcos de Valdevez quis impor o seu estatuto de equipa visitada com uma grande intensidade nas fases de conquista da bola e com uma defesa agressiva. Por seu lado, o RC Santarém respondia na mesma toada, procurando impor o poder físico do seu “pack” avançado e rigor defensivo, nomeadamente através da presença física da sua dupla de três quartos centro.
O jogo foi decorrendo assim. Notava-se algum maior domínio territorial dos da casa, que por outro lado não exploravam a profundidade da sua linha de três quartos. O marcador foi evoluindo na conversão de faltas (3-0, 3-3, 6-3), para, cerca da meia hora de jogo, os homens do Ribatejo marcarem um ensaio convertido num contra ataque, aproveitando um feliz ressalto de bola na sequência de um pontapé (6-10). O jogo manteve-se assim até ao intervalo, apesar das tentativas do C.R. Arcos de Valdevez em inverter o marcador.
Na segunda parte, a configuração do jogo alterou-se, o que se deveu à superioridade numérica do C.R. Arcos de Valdevez, na sequência da expulsão por acumulação de cartões amarelos de um jogador de Santarém. Jogando cerca de 45 minutos com mais um jogador, os arcuenses entraram em campo a aproveitá-lo a toda a largura. Deste modo, aos 7 e aos 9 minutos, marcaram dois ensaios de belo efeito, que puseram o marcador em 18-10. Para além disso, a equipa mostrava-se dominadora em termos territoriais, o que faria antever a consolidação de uma vitória. No entanto, faltou disciplina aos minhotos que viram várias faltas sancionadas no seu meio campo, duas delas sendo convertidas e aproximando os homens de Santarém (18-16). Aos 30 minutos da segunda parte, o C.R. Arcos de Valdevez marca o seu terceiro ensaio, ganhando alento para a defesa da vitória nos minutos finais.
A partida nessa altura estava numa fase menos boa. Sentia-se o cansaço da equipas e o ritmo de jogo ressentiu-se. Ao C.R Arcos faltava clarividência, cometendo algumas faltas desnecessárias e não fazendo a melhor gestão do jogo, permitindo ao RC Santarém “encostá-lo às cordas” nos minutos finais. Foi na última jogada que o RC Santarém marcou um belo ensaio convertido, empatando o jogo a 23-23.
O empate foi um prémio para a tenacidade dos homens de Santarém e um duro castigo para os minhotos, que tiveram um sinal mais no domínio do jogo, mas não foram capazes de capitalizar melhor a sua superioridade numérica na segunda parte.
O campeonato continua na próxima semana, com uma difícil deslocação ao Alentejo, com uma visita ao C.R. Évora, recém regressado este ano às fases finais do CN1.