Fim de semana repleto de conquistas para o CAAV

– Joaquim Sá vence em Vigo com Melhor Marca Mundial do Ano!!!

– Anabela Sousa representou a Seleção de Viana do Castelo no Quilómetro Jovem Nacional

– CAAV no 28° lugar entre 201 clubes na Classificação Nacional de Clubes do Quilómetro Jovem

– José Cunha vence em Tui e em Vigo

– Pódios de Diogo Lira em Tui e de Anabela Sousa em Vigo

 

No passado fim de semana, 15 e 16 de abril, os atletas do Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez marcaram presença em 3 competições.

Na manhã de sábado o CAAV deslocou-se a Tui onde disputou a Corrida de San Telmo que contou com cerca de 400 atletas. Nos Iniciados Diogo Lira concluiu a prova de 1,9km no 2º lugar. Na prova Absoluta, na distância de 5km, José Cunha conquistou o escalão de Juvenis e Juniores vencendo com cerca de meio minuto de avanço.

No mesmo dia, à tarde, a atleta Juvenil Anabela Sousa integrou a Seleção de Viana do Castelo no Quilómetro Jovem Nacional classificando-se no 17º lugar. Esta fase final da competição foi disputada no Estádio Municipal de Mogadouro (Bragança) e contou com a participação de 111 atletas dos escalões de Iniciados (2008/2009), Juvenis de 1º ano (2007) e Juvenis de 2º ano (2006). Coletivamente a Associação de Atletismo de Viana do Castelo classificou-se em 14ª entre as 20 Seleções (18 Distritos + Açores + Madeira). A nível de clubes foi elaborada a Classificação Nacional Coletiva com base nos resultados obtidos nas fases Distritais/Regionais de todo o país, tendo o CAAV obtido o 28º lugar entre os 201 clubes participantes. Contribuíram para este resultado Christel Salina, Alexandre Martins, Darianny Torres, Diogo Lira, Anabela Sousa e José Cunha.

Na manhã de domingo o CAAV deslocou-se a Vigo onde disputou a X Corrida da Cereja que contou com 400 participantes. Este evento esteve integrado no Circuito de Atletismo de Estrada RUN RUN VIGO 2023. Os atletas das camadas jovens (até Juniores) percorreram a distância de 4,2km. No escalão de Iniciados Diogo Lira obteve o 4º lugar. Na categoria de Juvenis+Juniores José Cunha foi o grande vencedor, com Anabela Sousa na mesma categoria em femininos a concluir na 2ª posição (sendo a 1ª Juvenil). Os atletas mais velhos (Seniores e Veteranos) tiveram como opção as distâncias de 5km e 10km. Carlos Alves, de 59 anos, optou pelos 10km, terminando em 9º na categoria 50-59 anos (sendo o 1º M55). Por fim Joaquim Sá que recentemente completou 75 anos disputou os 5km, sendo o grande vencedor da categoria para atletas com 65 ou + anos com o registo de 21m49s que de acordo com o World Masters Rankings o coloca no 1º lugar do Ranking Mundial de 2023 do escalão M75. A anterior Melhor Marca Mundial do Ano estava na posse do atleta canadiano Peter Kerklaan com 23m11s obtida nos Estados Unidos da América a 2 de abril em Carlsbad, Califórnia.

Classificações dos atletas do CAAV

 

Sábado, 15 de abril

 

Quilómetro Jovem Nacional

 

Juvenis-2 Femininos

17ª Anabela Sousa

Classificação Nacional Coletiva de Seleções

14ª Viana do Castelo

Classificação Nacional Coletiva de Clubes

28º Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez

 

Corrida de San Telmo em Tui

 

Iniciados Masculinos

2º Diogo Lira

Juvenis+Juniores Masculinos

1º José Cunha

 

Domingo, 16 de abril

 

Corrida da Cereja em Vigo

 

4,2km

 

Iniciados Masculinos

4º Diogo Lira

Juvenis+Juniores Femininos

2º Anabela Sousa (1ª Juvenil)

Juvenis+Juniores Masculinos

1º José Cunha

 

10km

 

Veteranos 50-59 Masculinos

9º Carlos Alves (1º M55)

 

5km

 

Veteranos 65+ Masculinos

1º Joaquim Sá (Melhor Marca Mundial do Ano M75 com 21.49)

Suada vitória em Santarém garante terceiro lugar isolado

Suada vitória em Santarém garante terceiro lugar isolado

A três jornadas do fim da época regular, o C.R.  Arcos de Valdevez mantém-se na corrida a um lugar da final do CN1, através de uma difícil vitória em Santarém por 24-26.

Foi no dia 15 de abril, na Escola Prática de Cavalaria, que as duas equipas se defrontaram. Empatadas no terceiro lugar da competição, urgia ganhar para poder vir a ser um dos dois  primeiros classificados.

Todavia, mau grado o interesse e a competitividade não foi um bom jogo. Muitos erros técnicos, interrupções frequentes e um grande nervosismo condicionaram o nível do encontro.

A partida começou com a supremacia dos da casa, que aos 20 minutos venciam por 10-0. Todavia, os visitantes, mais fortes nas fases de conquista de bola, mostravam dificuldade em concretizar a sua supremacia por causa de erros técnicos e sobretudo de más opções de jogo. No entanto, nos 15 minutos seguintes marcaram três ensaios, pondo o marcador em 10-19. No seguimento de uma desconcentração defensiva, os minhotos deixaram que os escalabitanos marcassem um ensaio, pondo o resultado ao intervalo em 17-19.

Na segunda parte, as desconcentrações arcuenses sucediam-se. Aos 5 minutos, o Santarém consegue repor-se em vantagem com um ensaio em que aproveito o desacerto defensivo dos homens do Minho (24-19). Com alguma facilidade, os visitantes respondem com um ensaio 10 minutos depois (24-26). A partir daí, verificou-se mais uma vez o sucedido na primeira parte. O C.R. Arcos de Valdevez instalou-se no meio campo adversário, superiorizando-se nas fases de conquista de bola. No entanto, os erros sucediam-se, e as jogadas tinham pouca continuidade. Do seu lado, embora os homens de Santarém mostrassem vontade, não conseguiam impor-se nem conquistar os metros necessários de forma a chegar à linha de ensaio de adversário.

Deste modo, o jogo terminou nos 24-26. Os minhotos, embora vencedores, não estavam felizes pela exibição. Da parte do conjunto ribatejano via-se algum desalento pela distância a que ficaram das restantes equipas.

No próximo fim de semana, o C.R. Arcos de Valdevez desloca-se a Guimarães, com um olhar atento ao que se passará no Montemor-Caldas, que também será decisivo para as suas aspirações, uma vez que é o jogo entre os dois primeiros da tabela classificativa.

Nova vitória alimenta sonho da final

Dinâmica de vitória

O C.R. Arcos de Valdevez voltou a ganhar este sábado em casa, perante o líder isolado da classificação, o R.C. Caldas, por uns renhidos 28-26

 

Num estádio quase cheio, os homens de Arcos de Valdevez não entraram da melhor forma. Pelo contrário, foram os visitantes que se impuseram, mostrando que não era à toa que estavam com seis pontos de vantagem sobre o segundo classificado. Apresentando-se muito fortes no confronto físico, com várias sequências de jogo e perfurações constantes, não era surpresa ver a quinze minutos da primeira parte que os homens do Oeste se impunham com dois ensaios marcados sem resposta (0-14). Com efeito, só depois é que os da casa acordaram, com duas perfurações bem sucedidas, marcando aos 18 minutos o seu primeiro ensaio (5-14). A partir desse momento, instalaram-se de armas e bagagens no meio adversário, mas sem conseguir marcar ensaios perante a bem organizada defesa do adversário. Contudo, a pressão ia dando frutos, pois obrigava o Caldas a cometer erros e faltas, que os arcuenses converteram duas vezes através de penalidades, ficando o resultado em 11-14 ao intervalo.

Na segunda parte, o jogo começou de forma menos fluida. A intensidade dos duelos individuais foi provocando algum desequilíbrio no jogo, que se via com a amostragem de cartões amarelos, cada um correspondente a dez minutos de suspensão. No entanto, mesmo em inferioridade numérica, a equipa da casa ia tentando desorganizar os homens das Caldas com movimentações rápidas dos seus três-quartos, que lograram um ensaio transformado aos 10 minutos (16-14). Em menos de oito minutos, o Caldas fazia prova da sua eficácia com novo ensaio e nova reviravolta no resultado (18-21) e nos nove minutos, outro ensaio de confirmação (18-26).

Ainda faltava tempo para jogar, mas a balança estava claramente do lado dos visitantes, muito mais fortes na formação ordenada e consistentes na sua manobra defensiva e ofensiva. No entanto, foi-se notando algum desgaste nas suas unidades-chave, ao mesmo tempo que o C.R. Arcos de Valdevez ia refrescando de forma bem sucedida a equipa com substituições que lhe permitiam manter a intensidade do seu jogo. Assim, depois de dez minutos de muita luta, consegue três pontos com a conversão de uma penalidade e a aproximação no marcador (21-26), e a cinco minutos do final, averba o tão desejado ensaio transformado que permitiu a vitória final (28-26). No final, ganhou a equipa mais constante e que melhor soube gerir as adversidades do jogo.

Com este resultados, são quatro as equipas que se digladiam pelos dois lugares que dão acesso à final do campeonato: Caldas (23 pontos), Montemor (20), Arcos de Valdevez e Montemor (18).

No próximo jogo, a 17 de abril, os minhotos vão deslocar-se a Santarém, num desafio importante para saber quem se mantém na corrida para o acesso à final.

 

 

CRAV VENCE TAÇA DE PORTUGAL

Subtítulo: Parceria entre Crav e Sport Conquista o seu Primeiro Titulo Nacional

 

No passado sábado, dia 1 de Abril, a equipa Feminina conjunta do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez e do Sport C.P. deslocou-se a Coimbra para disputar a final da Taça de Portugal.

Depois de ter sido eliminada na Meia-Final do Campeonato Nacional pelo Sporting C.P., que acabou por se sagrar Campeão Nacional, a equipa do Norte conseguiu o apuramento para a Final da Taça de Portugal, onde voltaria a defrontar as destemidas Leoas. Apesar de o Sporting ser a equipa favorita à vitória, as Nortenhas não se sentiram intimidadas uma vez que esta época já tinham vencido um encontro frente às campeãs nacionais, na fase regular do campeonato. Assim, sempre acreditando que era possível alcançar este troféu, as jogadoras do Sport/CRAV entraram em campo com a garra e concentração necessárias para fazer a diferença no resultado final.

Num jogo muito disputado, do primeiro ao último minuto, foi a equipa do Norte que saiu vitoriosa com o resultado de 15-14 e acabou por trazer a Taça de Portugal consigo, após 5 anos de hegemonia.

 

Uma parceria que começa a dar frutos

 

A parceria entre as equipas femininas do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez e do Sport Rugby do Sport Clube do Porto teve início a meio da época 2021/2022, quando um grupo de atletas sénior do CRAV com grande ambição desportiva integrou a equipa do Porto na disputa do Campeonato Nacional Feminino, na Divisão de Honra.

A experiência positiva levou as equipas a se inscreverem na presente época como equipa conjunta com o nome Sport/CRAV, também conhecidas como Hélis. Ao longo da época, a  equipa foi crescendo, apesar de muitos contratempos (lesões) e sempre acreditou que era possível alcançar grandes feitos no Rugby a nível Nacional. Na opinião da treinadora Isabel Leite “Estes dois Clubes são o sinónimo perfeito de parceria: trabalho conjunto, ajuda mútua, sacrifícios, comunicação total, preocupação redobrada. Cada elo tinha em mente o mesmo objetivo: o incremento do rugby feminino para estes Clubes que tanto têm para dar ao Rugby Português.

A responsabilidade também foi conjunta, cada Clube teve obrigações reais, compromissos assumidos. Cada uma de nós sabia o seu papel e sabia onde melhor poderia ajudar esta equipa a crescer. E quando todos trabalhamos de igual modo, as flores crescem e dão frutos.”

Após a conquista do 3° lugar no Campeonato Nacional de Rugby feminino, é na Taça de Portugal que a parceria começa a dar os seus verdadeiros frutos, numa conquista muito importante para o rugby feminino do norte de Portugal.  “A conquista da Taça de Portugal foi o culminar de uma época, de meses intensos de muito trabalho e de muitos obstáculos ultrapassados! A conquista da Taça foi alcançada após a conquista de enormes pequenos feitos: a logística, o transporte, a distância, os equipamentos, os custos. Todos estes obstáculos foram ultrapassados com o maior sucesso, sendo a Taça a realização perfeita de todo o trabalho imposto.”, acrescenta a treinadora.

 

Torneio de Kayak Polo Oeiras Jovem

Decorreu no passado dia 26 de março, na Pista de Atividades Náuticas do Jamor, mais uma edição dos Jogos de Oeiras- Torneio de Kayak Polo Oeiras Jovem, contando este evento já com a sua 5ª edição. Esta atividade foi organizada pelo Clube Kayak Polo da Barra, em articulação com a Federação Portuguesa de Canoagem e com o Município de Oeiras

O Clube Náutico de Arcos de Valdevez fez-se representar com duas equipas, uma sub-16 e uma sub-21.  A equipa sub-16 era composta pelos atletas Filipe Brito, Gabriel Afonso, Lívia Barbosa, Luís Pedro Vilaverde, Mariana Afonso e Sara Barro. A equipa sub-21 contou com a presença dos atletas Alexandre Lage, Cláudio Lucas, Horácio Cerqueira, Inês Sousa, Lucas Cunha e Tiago Cerqueira.

A equipa sub-21 obteve um 3º lugar na competição, subindo assim ao pódio e a equipa sub-16 foi a 6ª classificada deste escalão.

A competição contou com cerca de 100 atletas, em representação de 11 equipas.

O CNAV quer congratular todas as equipas presentes no evento pela sua prestação e realçar a importância de apostar nos escalões de formação da modalidade, como se tem vindo a verificar.

C.R. Arcos de Valdevez em luta acesa pelo acesa pela final

No passado sábado, após suada vitória em Montemor-o-Novo por 27-32, o C.R. Arcos de Valdevez dá uma passo importante nas possibilidades de apuramento para a final do CN!. Neste momento, há quatro equipas a disputar um lugar com uma diferença de tr~es pontos entre si.

 

Os jogadores que vestiram a camisola do C.R. Arcos de Valdevez no passado sábado dificilmente esquecerão este jogo, pela dificuldade de que se revestiu e pelos obstáculos que a equipa ultrapassou. Tradicionalmente com dificuldade em impor-se nos jogos fora, os minhotos levaram de vencida o segundo classificado do campeonato, que tinha vindo a Arcos de Valdevez, há cerca de dois meses, vencer categoricamente na primeira jornada da fase final por 3-22.

Com o jogo marcado por uns respeitáveis 24 graus de temperatura, o C. R. Arcos de Valdevez também nunca se deixou arrefecer. Nos primeiros cinco minutos marcou um ensaio, tendo dez minutos depois convertido uma penalidade, o que punha os arcuenses a vencer ao quarto de hora de jogo por 0-10. Dez minutos depois, novo ensaio dos visitantes que se punham já numa marca confortável de 0-17: variações de jogo, movimentações rápidas de bola, penetrações muito apoiadas foram desnorteando a equipa da casa, que só nos minutos finais da primeira parte se restabeleceu, com dois ensaios através da sua principal arma, o maul a partir do alinhamento. Deste modo, o resultado ao intervalo era de 12-17.

Na segunda parte, os homens do C.R. Arcos de Valdevez não tiravam o pé do acelerador. Aos três minutos conseguiram mais um ensaio (12-24), a que o R.C. Montemor respondeu cerca de dez minutos depois (19-24). A meio da segunda parte, nova penalidade para os arcuenses (19-27), que garantia vantagem matemática (um ensaio pode valer 7 pontos). Todavia, a quinze minutos do final surge um duro golpe para os  visitantes, que tiveram de jogar com menos um jogador por acumulação de amarelos. Foi então que o R.C. Montemor se aproximou perigosamente no marcador (24-27), ao que os minhotos responderam no mesmo minuto com novo ensaio (24-32). Desesperados, incapazes de vencer a bem organizada muralha arcuense, a equipa alentejana não mais conseguiu o ensaio, contentando-se com uma penalidade (27-32), que lhes garantiu um ponto de bónus defensivo, por terem perdido por menos de 8 pontos.

Com este resultado, finda a sexta jornada da fase final, e havendo mais quatro jogos a disputar, tudo está em aberto no CN1: Caldas segue isolado com 22 pontos, seguido de Montemor com 16, com Arcos de Valdevez e Évora logo atrás com 14. À espreita, com 13 pontos, está Santarém. São dois os lugares que dão acesso à final do campeonato, pelo que o CN1 está ao rubro.

No próximo sábado, o C.R. Arcos de Valdevez receberá o líder Caldas, jogo com motivos de interesse com o momento que ambas as equipas atravessam.

 

 

3 Nations Touch Cup 2023 – RUGBY

Disputou-se este último fim-de-semana em Médoc, França, a edição da já tradicional 3 Nations Cup nesta variante de Touch Rugby.

 

Estiveram presentes as seleções de França em M40 e M45, Espanha M40 e de Portugal M40.

 

A seleção nacional é orientada pelo Arcuense, Amílcar Seco que selecionou um grupo de 15 atletas para esta deslocação a França.

 

Esta participação na edição do Tri Nations era um dos pontos altos da programação definida para a preparação dos M40 para o Campeonato da Europa que se vai realizar em Agosto na cidade francesa de Vichy.

 

Resultados dos jogos da Seleção Nacional:

Portugal M40 – 3 x 6 – França M40

Portugal M40 – 7 x 2 – Espanha M40

Portugal M40 – 5 x 9 – França M45

 

C.R. Arcos de Valdevez não faz visita feliz ao Alentejo

Derrota em Évora por 32-12

As pessoas que deslocaram ao Complexo Desportivo de Évora no dia 18 de março não podem dizer que viram um bom jogo. Embora bastante disputado, faltou qualidade e consequência na maioria dos movimentos coletivos e os erros, tanto a nível individual como coletivo, sucederam-se.

O jogo começou sob o sino do equilíbrio. Todavia, o C.R. Évora assumia o estatuto de equipa visitada e começou por tomar a iniciativa de jogo, impondo-se ao nível das formações ordenadas e ganhando a maioria dos alinhamentos, independentemente de quem introduzia a bola. Num padrão que ser revela habitual na equipa arcuense, sofreu de imediato um ensaio nos minutos iniciais (7-0). A sensivelmente metade da primeira parte, é o C.R. Arcos de Valdevez a marcar um ensaio, que embora não convertido, mantenha o jogo em aberto (7-5). Embora permeáveis na defesa e pouco consequentes nas fases de disputa de bola, os minhotos iam equilibrando as operações, mostrando a espaços supremacia e capacidade para o ganhar. No entanto, além dos erros de manuseio de bola, eram também frequentes as faltas técnicas que obrigavam a equipa a recuar. Foi na sequência de uma destas faltas que o Évora converteu uma penalidade, afastando-se no marcador (10-5), somando ainda mais um ensaio quase no final da primeira parte, com o C.R Arcos de Valdevez a ripostar cinco minutos depois com um ensaio, com o resultado a cifrar-se ao intervalo em 17-12 favorável aos da casa.

Na segunda parte, quando seria de esperar uma equipa visitante confiante a querer virar o resultado, foi algo parecido com o contrário que aconteceu. O C.R. Arcos de Valdevez deixou-se envolver numa teia confusa de erros e más opções táticas, que fizeram com que a equipa da casa exercesse a sua supremacia, aproveitando a velocidade dos seus executantes e desenvolvendo os seus processos de jogo, o que permitiu a marcação de dois ensaios, um ao minuto 48, outro no último movimento de jogo, tirando partido da displicência e desorganização da equipa arcuense.

Na próxima semana, no dia 25 de março, mais uma difícil deslocação espera a equipa arcuense, que terá de se deslocar ao terreno do R.C. Montemor, atual segundo classificado da geral.

CRAV Feminino conquista 3° Lugar do Campeonato Nacional

Este fim-de-semana a equipa feminina do Clube de Rugby de Arcos de Valdevez deslocou-se à Bairrada para disputar o 3° lugar do Campeonato Nacional, na Divisão de Honra, a principal divisão do Rugby Português.

Neste jogo a equipa Arcoense defrontou a equipa da E.S. Agrária de Coimbra, acabando por vencer a partida por 21-12, o que lhe conferiu o 3° lugar no pódio do Campeonato Nacional. O primeiro lugar foi ocupado pelo Sporting C.P. , seguido pelo S.L. Benfica que terminou em 2° lugar.

Após esta grande conquista a equipa feminina do CRAV começa já no dia 19 de Março a luta pela Taça de Portugal, defrontando na primeira eliminatória a equipa M.C.R. Bairrada.

 

Atletas do CNAV chamados ao estágio da seleção nacional

Realiza-se no fim de semana de 11 e 12 de março, no centro de estágios de Montemor-o-Velho, o primeiro estágio de 2023 das seleções nacionais de kayak-polo. Os atletas arcuenses Lucas Cunha, Tiago Cerqueira e Diogo Amorim, no escalão sub-21, mereceram a confiança do selecionador nacional para integrarem este primeiro fim de semana de trabalhos.  Boa sorte a todos.