Vitória sofrida em jogo impróprio para cardíacos

No sábado 12 de fevereiro, o C.R. Arcos de Valdevez venceu o R.C Santarém por 20-17, em jogo a contar para a 2º jornada do CN1 em jogo disputado até ao último momento.

Este jogo entre os minhotos e ribatejanos revestia-se de importância para ambas as equipas. Embora não tivesse no imediato caráter decisivo, o facto é que ambas vinham de uma derrota na jornada anterior, contra o Caldas RC e o RC Lousã respetivamente, e um segundo desaire consecutivo deixaria qualquer uma das formações mais longe de um dos dois primeiros lugares, que dão acesso à final onde se disputará o título de campeão nacional.

Deste modo, o jogo começou sob o signo do equilíbrio. Para além disso, o mau tempo também foi um dos fatores a ter em conta, para que o jogo não tivesse o melhor nível técnico. Com muitos combates pela posse de bola, as defesas superiorizavam-se aos movimentos atacantes, o que fez com que, na primeira parte, não houvesse qualquer ensaio. Assim, os pontos marcados resultavam da conversão de penalidades, onde se destacava a eficácia dos chutadores. Aos quarenta minutos, a vantagem estava do lado do R.C. Santarém, com quatro penalidades convertidas, contra duas dos da casa (6-12).

A segunda parte iniciou-se com a reviravolta no marcador por parte do C.R. Arcos de Valdevez. Na sequência de um alinhamento no meio campo, consegue uma perfuração nas linhas atrasadas que redunda na marcação de um ensaio por André Soares. No entanto, a alegria dos minhotos pouco durou. Cerca de oito minutos depois, numa clara falha da organização defensiva dos da casa, o Santarém consegue o seu primeiro ensaio e recupera a vantagem no jogo. Através de uma saída de formação ordenada, o número 8, em jogada combinada com o médio de formação, conseguiu uma progressão no terreno de 50 metros marcando ensaio e colocando o resultado em 13-17.

Foi então necessário cerca de um quarto de hora para mais uma alteração no marcador. Numa série de movimentos atacantes, em que o C.R. Valdevez se implantou junto à linha de ensaio, e na sequência de uma formação ordenada, João Pedro Fernandes consegue o segundo ensaio, que viria a ditar o resultado final do jogo (20-17).

Contudo, ainda faltavam 15 minutos para o final de jogo. Assim, as oportunidades sucediam-se, quer para a equipa da casa, quer para os visitantes, que nos últimos cinco minutos tiveram três penalidades no meio campo adversário, que optaram por não converter através do pontapé aos postes.

O jogo acabou com 20-17 favorável aos arcuenses, que mostraram maior discernimento e capacidade de resiliência que os escalabitanos. Na próxima jornada, a disputar a 26 de março, um difícil embate espera os minhotos, que terão de se deslocar à Lousã contra a invicta equipa local.

Atletas do CNAV chamados ao estágio da seleção nacional kayak polo

Realiza-se no fim de semana de 12 e 13 de março, na cidade de Coimbra, o primeiro estágio de 2022 das seleções nacionais de kayak-polo. O clube náutico de Arcos de Valdevez estará representado por 3 atletas, que mereceram a confiança dos selecionadores nacionais para integrarem este primeiro fim de semana de trabalhos. No escalão sub-21 Lucas Cunha é um atleta que tem vinda a ser chamado regularmente, juntando-se os estreantes Diogo Amorim e Leonardo Rodrigues no escalão sub-18. Boa sorte a todos.

Tropeção em início de fase decisiva

No primeiro jogo da fase final da CN1, para a disputa do título, o C.R. Arcos de Valdevez começou com o pé esquerdo, não se conseguindo impor-se em casa do Caldas Rugby Clube ao averbar uma derrota por 34-19.

O jogo começou num sentido diferente do que aconteceu depois. Com uma entrada de leão, o CRAV impôs-se nos primeiros cinco minutos com um forte poderio nas formações ordenadas, surpreendendo por completo ao adversário. Aos cinco minutos de jogo, marcou o seu primeiro ensaio (0-7), e “arrancou” na sua sequência um cartão amarelo ao jogador de primeira linha do Caldas, que fez a equipa da casa jogar 10 minutos em inferioridade numérica.

Talvez por esta facilidade, a equipa minhota “amoleceu”. No minuto seguinte permitiu uma penalidade que reduziu a diferença para 3-7 e entregou o domínio territorial e a posse de bola ao Caldas que assumiu o jogo. Com pouca posse de bola – o que se explica por uma série de fatores (entrega da bola em más opções no jogo ao pé, falhas defensivas e indisciplina com muitas faltas marcadas) – o C.R. Arcos de Valdevez passou quase toda a primeira parte a defender, não conseguindo impedir a marcação de dois ensaios, que puseram ao intervalo o resultado em 17-7.

Na segunda parte, os visitantes procuram entrar em campo de forma diferente: através de sucessivas penetrações, procuraram manter a posse de bola e o domínio no jogo. No entanto, aos 5 minutos, num ressalto de bola e aproveitando uma grande falha defensiva, o Caldas consegue o terceiro ensaio e compromete seriamente as aspirações dos minhotos à vitória, com a confortável vantagem no marcador (24-7). Segue-se então o melhor período dos arcuenses, que finalmente se instalaram perto da linha de ensaio adversária durante cerca de 15 minutos. No entanto, a boa organização defensiva dos homens do oeste e a falta de discernimento do C.R. Arcos de Valdevez não permitiam alterações no marcador. Pelo contrário, é o Caldas a selar a vitória com a conversão de uma penalidade (27-7).

Aos 30 minutos de jogo, o C.R. Arcos de Valdevez consegue finalmente o seu segundo ensaio ganha condições para sonhar com a vitória (27-14). No entanto, a frescura física já não é a mesma e o Caldas, mais confiante e esclarecido, responde seis minutos depois com o seu quarto ensaio (34-14). A quatro minutos do fim, a reviravolta era praticamente impossível. No entanto, num assomo de dignidade, os homens do Minho conseguem um terceiro ensaio através de uma arrancada de Henrique Calheiros no último momento do jogo.

Sobre o jogo, ganhou a equipa mais esclarecida, que soube capitalizar a sua vantagem através de uma melhor defesa e de mais eficazes tomadas de decisão. Ao C.R. Arcos de Valdevez cabe-lhe receber no dia 12 de março o R.C. Santarém, que por sua vez foi batido em casa pelo R.C. Lousã (13-33). Será um jogo aguardado com expectativa: embora não seja decisivo, uma segunda derrota consecutiva deixará a equipa em causa mais longe dos dois primeiros lugares, que dão acesso à final do campeonato.

2.ª Jornada Inter Regional – SUB14

Prestação positiva da equipa conjunta CRAV/MRCB na 2a etapa do Torneio Inter-Regional de Rugby de 13 que se disputou no Espaço Agros em Vila do Conde.

No primeiro jogo do dia entraram a vencer a equipa do CDUP por 15-0, já segundo jogo do grupo frente à equipa da Agrária e embora a equipa tenha dado muita luta acabaria por perder o jogo por 15-10.

Foi preciso fazer contas no grupo A devido ao empate em pontos foi preciso desempatar por diferencial entre equipas e assim em 1° ficaria CRAV/MRCB em 2° Agrária/Tondela e em 3° CDUP.

No outro grupo a classificação da fase de apuramento ficou assim escalonada: 1° Porto Rugby, 2° Lousã e 3° Trofa.

Assim a equipa CRAV/MRCB disputou a final para atribuição do 1°/2º lugar diante da Porto Rugby, num jogo bem disputado e equilibrado a equipa do Porto Rugby levou a melhor, vencendo o jogo por 15-0.

O Porto Rugby venceu a etapa e reforça a lideranca da prova, a equipa CRAV/MRCB ficou em 2°, Agrária/Tondela em 3°, Lousã em 4°, CDUP em 5° e Trofa em 6°.

A próxima jornada disputa-se na Escola Agrária de Coimbra no dia 20 de Março onde se ficará a conhecer o vencedor desta prova.

Mariana Pedreira vence Corrida São Silvestre de Viana do Castelo em Sub-23 Semana em grande do CAAV com participações em Estrada, Pista Coberta e Corta-Mato

Após se ter sagrado Campeão Europeu de Corta-Mato, Joaquim Sá voltou a Braga para disputar também as provas de Pista Coberta do Campeonato Europeu de Veteranos classificando-se em 4º nos 3.000m (quarta-feira) e 6º nos 1500m (sábado).

No sábado à tarde o CAAV apresentou-se com dois atletas em Viana do Castelo, disputando os 10km da 8ª edição da Corrida São Silvestre. Mariana Pedreira foi a grande campeã nas Sub-23 concluindo a prova com uma incrível ponta final que lhe permitiu consolidar uma magnífica vitória no escalão mais equilibrado do setor feminino, com uma vantagem de 8 segundos. João Ribeiro continua em subida de forma concluindo num formidável 7º lugar no escalão M35 que foi dominado pelos Sportinguistas Hélio Gomes (Vencedor Absoluto) e Rui Teixeira.

Na manhã de domingo o CAAV voltou a Viana do Castelo para participar no Campeonato Regional de Corta-Mato que foi disputado nos terrenos da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do IPVC. Os dois atletas do CAAV presentes brilharam ao conquistar no escalão de Juvenis a medalha de prata, sagrando-se respetivamente Vice-Campeã Regional de Juvenis Femininos Anabela Sousa e Vice-Campeão Regional de Juvenis Masculinos Tiago Nogueira.

Classificações do CAAV no Campeonato da Europa de Veteranos de Pista Coberta em Braga

3000m M70 Masculinos (23/02)

4º Joaquim Sá

1500m M70 Masculinos (26/02)

6º Joaquim Sá

Classificações do CAAV na VIII Corrida São Silvestre de Viana do Castelo

10km

Sub-23 Femininos

1ª Mariana Pedreira

Veteranos 35 Masculinos

7º João Ribeiro

Classificações do CAAV no Campeonato Regional de Corta-Mato em Viana do Castelo

Juvenis Femininos (3km)

2ª Anabela Sousa

Juvenis Masculinos (4km)

2º Tiago Nogueira

Sem surpresas e sem emoção

O Braga Râguebi e o C.R. Arcos de Valdevez fecharam no sábado 26 de fevereiro, no campo de jogos da Caseta (Braga), a sua participação na fase de apuramento do CN1, em jogo em atraso da 9ª jornada, em que os arcuenses vincaram o seu favoritismo com uns expressivos 12-59.

Com as duas equipas com os destinos selados para a fase final que se inicia no próximo fim de semana – o C.R. Arcos de Valdevez irá disputar a Cup que define o campeão nacional e o Braga Râguebi irá para o grupo Bowl onde disputará a manutenção no CN1 – não se pode dizer que tenha havido muita emoção. Assistiu-se a um jogo com duas equipas de patamares diferentes – e com ritmos de jogo diferentes também – que aproveitaram o jogo tendo em vista os seis difíceis embates que se avizinham para ambos na próxima fase da competição.

O C.R. Arcos de Valdevez iniciou o jogo assumindo o seu estatuto de favorito. Com circulações rápidas de bola e fixações em várias zonas do campo, procurou criar espaço para criar desequilíbrios na equipa adversário e explorá-los. Daqui resultaram três ensaios sem resposta nos primeiros quinze minutos de jogo (0-21), momento a partir do qual o jogo se tornou mais confuso. Os jogadores visitantes tornaram-se menos coletivos, ao passo que o Braga Râguebi procurava dar réplica provocando e explorando falhas na defesa adversária. Todavia, de ambos os lados, tudo foi pouco esclarecido, e a supremacia dos arcuenses foi-se impondo com cinco ensaios marcados contra um no final da primeira parte, que ditou o resultado em 7-35 ao intervalo.

Na segunda parte, o jogo pouco melhorou. Não foi alheio a esta questão o facto de ambas as equipas já estarem menos preocupadas com o marcador do que com as soluções de jogo que estavam a testar: podiam, de facto, não ser as mais indicadas para a situação em questão, mas a necessidade de testar movimentos coletivos e jogadas impôs-se à necessidade tática do momento, dado que as equipas estavam a aproveitar o jogo para se prepararem para os embates da próxima semana. Não obstante esta condicionante, o C.R. Arcos de Valdevez marcou mais quatro ensaios na segunda parte, contra um do Braga Râguebi, cifrando-se o resultado final em 12-59 favorável aos arcuenses.

No próximo fim de semana, o C.R. Arcos de Valdevez dirigir-se-á às Caldas da Rainha, com o primeiro de seis jogos decisivos, e o Braga Râguebi receberá a Escola de Rugby da Galiza, de Lisboa.

 

Soajo Trail 2022

A Academia Desportiva de Arcos de Valdevez organiza, com o apoio Município de Arcos de Valdevez, a 20 de Março de 2022, pela segunda vez, o Soajo Trail. Um evento que pretende consolidar-se no universo da modalidade como diferenciador, tanto a nível de organização como de riqueza natural.

O Soajo Trail é um evento que existe desde 2019 mas, devido à situação pandémica, não se realizou em 2020 e 2021 Este ano promete novidades, pois tem como prova rainha um ultra trail.

Soajo é pura magia, tem como cenário natural único e deslumbrante o Parque Nacional da Peneda-Gerês, com uma beleza paisagística inconfundível que vai querer descobrir e conhecer.

Este encanto da cadeia montanhosa do Parque Nacional Peneda-Gerês, tem vestígios de culturas milenares que se fundem com a paisagem natural da serra. Entre os cumes das montanhas e os vales, imperam os rios e riachos, as lagoas, a fauna autóctone e as raízes das tradições rurais.

Este evento terá como epicentro, e como o próprio nome indica, a pitoresca Vila do Soajo, mais precisamente o campo da feira junto à Eira do Penedo – Espigueiros de Soajo.

Os atletas vão passar pelo carismático Santuário da Sra. da Peneda, pelos lugares da freguesia da Gavieira.

Atravessando o coração da Vila do Soajo com os seus monumentais Espigueiros, por entre trilhos, estradas ladeadas por montanhas e rios. Passando por Brandas e casarios, onde ao longo dos anos os habitantes desenvolveram as suas artes de pastoreio e cultivo.

Além da vertente competitiva, o Soajo Trail tem também uma forte componente lúdico desportiva, cultural e de turismo de natureza.

  • O Soajo Trail este ano tem uma novidade. Para além da Caminhada com 8km de dificuldade moderada, do Trail Longo com 35km e 1500 de desnível e do Trail Curto com 20km e 1000 de desnível, terá um Ultra Trail que será a prova rainha, com 50km e +/-2300 desnível.

Convidámo-lo a participar no Soajo Trail e contemplar uma beleza única integrada no sistema montanhoso – o Parque Natural Peneda/Gerês.

Inscrições através do link: https://stopandgo.net/event/?id=696

A caminho da fase final

No sábado 19 de fevereiro, as equipas do C.R. Arcos de Valdevez e do CDUP B encontraram-se a contar para a 10ª jornada da fase de apuramento do CN1. O jogo ditou-se por uma vitória categórica dos arcuenses por 43-7. Sem qualquer interesse classificativo, o jogo serviu sobretudo para ambas as equipas ganharem ritmo e ensaiarem mecanismos para a fase final que se aproxima.

Num jogo sem qualquer apelo do ponto competitivo, visto que ambas as equipas têm o seu destino selado – o C.R. Arcos de Valdevez estava já matematicamente para disputar o título nacional no grupo 1 da fase final, enquanto que o CDUP irá para o grupo 3 – realizou-se um jogo de Rugby agradável, onde ambas procuraram única e apenas jogar Rugby.

Assistiu-se a um encontro em que ambas as equipa surgiram descontraídas, com um jogo aberto, com trocas sucessivas de bola e a procura do ensaio.

Todavia, o C.R. Arcos de Valdevez quis vincar os seus créditos de favorito, impondo-se em quase todos os capítulos do jogo, com uma supremacia muito grande nas formações ordenadas, e a perfuração eficaz da defesa através das suas linhas atrasadas. Ainda na primeira parte, procurou o ponto de bónus ofensivo, obtido através do quarto ensaio, que fechou o resultado ao intervalo em 22-7.

Na segunda parte, o encontro caiu em qualidade. O ritmo de jogo baixou, tornou-se mais confuso, o que não impediu a equipa da casa de marcar mais três ensaios, que ditaram o resultado final.

Joaquim Sá é Campeão da Europa de Corta-Mato

Joaquim Sá (73 anos), José Correia (53 anos) e João Ribeiro (35 anos) foram os três atletas do Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez que marcaram presença ontem, 20 de fevereiro, no primeiro dia dos Campeonatos da Europa de Pista Coberta e Corta-Mato para Veteranos. Este evento que no seu total conta com cerca de 2.500 atletas inscritos com idades compreendidas entre os 35 e os 92 anos oriundos de 42 países, iniciou-se nas instalações do Regimento de Cavalaria N.º 6 de Braga onde decorreram as provas de Corta-Mato. Joaquim Sá do escalão M70 (70 a 74 anos) foi o primeiro atleta do CAAV a entrar em ação, assumindo com valentia o comando da prova desde os metros iniciais. A meio da prova o atleta acabou por ser alcançado pelo também português Fernando Chamusca (recordista nacional M70 de 400m, 800m, 1500m e 3000m) disputando ambos a liderança da prova, acabando por Joaquim Sá desferir um forte ataque à entrada para a última volta conseguindo mesmo isolar-se e cruzar a meta com uma vantagem de 28 segundos sagrando-se assim Campeão Europeu de Corta-Mato. Além deste magnífico título individual Portugal conquistou ainda o título coletivo neste escalão contribuindo para este feito respetivamente Joaquim Sá, Fernando Chamusca e Joaquim Gomes.

José Correia do escalão M50 (50 a 54 anos) foi o seguinte atleta do CAAV a alinhar neste evento concluindo num brilhante 5º lugar. Por fim João Ribeiro, atleta M35 do CAAV, conseguiu classificar-se no 18º lugar num escalão de grande nível que contou com alguns dos melhores atletas da atualidade a nível Absoluto, com vitória do Sportinguista Rui Teixeira um dos atletas portugueses mais medalhados de sempre em Corta-Mato (11 medalhas Nacionais a nível Absoluto – 4 das quais nas 4 últimas edições do Corta-Mato Nacional Longo).

Ainda neste evento o CAAV alinhará na Pista Coberta do Altice Forum Braga com o atleta Joaquim Sá nos 3000m (23 de fevereiro) e 1500m (26 de fevereiro).

Classificações dos atletas do CAAV no Campeonato da Europa de Corta-Mato para Veteranos

M35 (35 a 39 anos) – 8km

18º João Ribeiro

M50 (50 a 54 anos) – 8km

5º José Correia

M70 (70 a 74 anos) – 6.5km

1º Joaquim Sá

Coletivo M70 (70 a 74 anos)

1º Portugal (Joaquim Sá do CAAV, Fernando Chamusca da ANE e Joaquim Gomes do CPRAB)

CAAV conquista pódios em Espanha

Os atletas do Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez não param, tendo-se apresentado em Espanha nos dias 26/12, 31/12, 09/01 e 30/01, para disputarem respetivamente a I Corrida 5k Concelho de Redondela, a XXIII S. Silvestre de Castrelo de Miño, o I Crosse Vila de Ribadavia e a XVI Subida ao Castro de Vigo.

Em Redondela, logo no dia seguinte ao Natal, estiveram 4 atletas do CAAV entre os 250 inscritos na I Corrida 5k (as inscrições foram limitadas a 250 participantes devido à situação pandémica). Os atletas foram agrupados em 5 faixas etárias em cada género, com 3 escalões de Veteranos (A:35-44 anos, B:45-55 anos e C:+55 anos), o escalão de Seniores (23-34 anos) e um único escalão jovem destinado a atletas com menos de 23 anos (15-22 anos). As gémeas Pedreira, Vanessa e Mariana, foram respetivamente 1ª e 2ª nas Sub-23 e no mesmo escalão mas em masculinos Tiago Nogueira alcançou o pódio no 3º lugar. Carlos Barbosa ficou a apenas 12 segundos de conseguir o pódio, sendo 5º em Veteranos-A. A nível Absoluto a prova foi ganha pelo atual Vice-Campeão Galego dessa distância em pista (5.000m), Gustavo Santiago do Miler Running Club.

Em Castrelo de Miño, no último dia do ano, dia do 25º aniversário do clube, o Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez participou na XXIII S. Silvestre. O evento foi disputado num circuito de 2.750m, percorrendo uma volta os atletas Iniciados (atletas Sub-16) e 2 voltas os restantes atletas, sem distinção etária (atletas com 16 ou + anos). O CAAV apresentou-se com 3 atletas em prova, no entanto Carlos Barbosa acabou por levar um toque de um adversário logo nos metros iniciais que resultou em queda, sofrendo uma entorse que o impossibilitou de continuar. A Iniciada Anabela Sousa alcançou um magnífico 2º lugar e o Juvenil Tiago Nogueira (o mais jovem da prova absoluta) concluiu num excelente 9º lugar da Geral Absoluta, sendo o 2º melhor Juvenil em prova. A nível Absoluto a prova foi ganha pelo Campeão Mundial de Meia-Maratona M35 Ruben Diz.

Em Ribadavia, no dia 9 de Janeiro, integrado na 86ª edição dos Campeonatos da Galiza Absolutos de Corta-Mato, a autarquia local e a Delegação de Ourense da Federação Galega de Atletismo organizaram o I Crosse Vila de Ribadavia que contou com a participação de cerca de 250 atletas entre as várias provas em disputa. Na prova aberta destinada a atletas Absolutos o Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez fez-se representar pela atleta Vanessa Pedreira que conquistou um brilhante segundo lugar percorrendo os 4km em 17 minutos e 23 segundos.

Em Vigo, no dia 30 de Janeiro, o CAAV apresentou-se com 2 atletas que brilhantemente conquistaram o lugar no pódio da XVI Subida ao Castro que contou com mais de 400 participantes. A Juvenil Anabela Sousa foi 3ª na categoria conjunta de Juvenis e Juniores (sendo a 2ª melhor Juvenil) e o Veterano Joaquim Sá (73 anos) conquistou o 2º lugar na categoria de atletas com 65 ou mais anos (tendo sido apenas superado por um atleta precisamente de 65 anos). Esta corrida de 3km, com partida junto ao Clube Náutico (nível do mar) e chegada ao cume do monte do Castro (ponto mais alto da cidade, a cerca de 150m de altitude) foi criada em 2006 com o propósito de desmistificar a ideia de que Vigo é uma cidade de inumeráveis e impossíveis encostas. A zona arqueológica do monte do Castro é considerada o ponto de origem da cidade de Vigo, onde habitavam os primeiros povoadores de que há vestígios, há pelo menos 2,3 milénios.

Classificações dos atletas do CAAV na I Corrida 5k Concelho de Redondela

Sub-23 Femininos

1ª Vanessa Pedreira

2ª Mariana Pedreira

Sub-23 Masculinos

3º Tiago Nogueira

Veteranos-A Masculinos (35 a 45 anos)

5º Carlos Barbosa

Classificações dos atletas do CAAV no I Crosse Vila de Ribadavia

Absolutos Femininos

2ª Vanessa Pedreira

Classificações dos atletas do CAAV na XXIII S. Silvestre de Castrelo de Miño

Iniciados Femininos

2ª Anabela Sousa

Absolutos Masculinos

9º Tiago Nogueira (2º Juvenil)

Classificações dos atletas do CAAV na XVI Subida ao Castro de Vigo

Sub-20 Femininos

3ª Anabela Sousa (2ª Juvenil)

M65+ Masculinos

2º Joaquim Sá (1º M70)