Foi por pouco

No jogo deste fim de semana, defrontaram-se os dois últimos da tabela classificativa do Campeonato Nacional da Honra, C. R. Arcos de Valdevez e R.C. Montemor. Os visitantes levaram a melhor com a vantagem tangencial de um ponto, com um resultado final de 9-10, num jogo muito disputado, e com bons apontamentos.

O jogo começou como acabou: equilibrado. Em períodos alternados, CRAV e R.C. Montemor dominaram territorialmente e a nível de posse de bola. Em termos estatísticos, terá pendido para o CRAV alguma vantagem neste domínio, mostrando maior iniciativa de jogo e períodos mais prolongados de domínio territorial. No entanto, sensivelmente a meio da primeira parte, o R.C. Montemor marcou um ensaio, aproveitando uma recuperação de bola e desenvolvendo o subsequente contra-ataque, naquele que será o único ensaio do jogo. O CRAV reagiu, procurou tomar conta das operações e chegou mais perto da linha de ensaio. Nesta toada de insistência, a equipa visitante foi obrigada a cometer erros, que valeram ao CRAV a redução para 3-7 por conversão de uma penalidade, que selou o resultado ao intervalo.

Na segunda parte, sentiu-se uma maior pressão ofensiva da equipa da casa. Grande parte do jogo foi disputado no meio-campo da equipa de Montemor, com alguma supremacia dos minhotos. Este esforço valeu-lhe ultrapassar a linha de ensaio por duas vezes, mas sem validação da equipa de arbitragem, que considerou que a bola não foi pousada pelo jogador arcuense envolvido. A esta maior iniciativa de jogo, o R.C. Montemor respondeu com uma defesa muito organizada e muito forte nos despiques individuais, que dificultava a progressão no terreno dos arcuenses, que, apesar das dificuldades, conseguiram inverter o resultado. Beneficiando e duas penalidades, os arcuenses conseguiram, concretizar duas penalidades (9-7) que premiaram o seu esforço e castigaram a equipa alentejana.

No entanto, nos minutos finais do jogo, o R.C. Montemor criou duas ocasiões de muito perigo quase conseguindo o ensaio. Nesse período de reação, a equipa arcuense cometeu uma falta, que foi convertida e ditou a vitória dos visitantes. Já no término do encontro, a reação arcuense esbarrou contra o rigor defensivo da equipa alentejana, e já o grande desgaste dos visitados (foi um jogo muito intenso) não permitia a lucidez necessária para conseguir pontos em tão pouco tempo num jogo tão equilibrado.

Em termos de balanço final, o resultado premiou a organização defensiva do R.C. Montemor e castigou a inexperiência da jovem equipa do CRAV: é um grupo cuja evolução é visível, com uma maior organização coletiva e maior estabilidade nas formações estáticas, mas que nos momentos decisivos não consegue os pontos. No próximo fim de semana, o CRAV deslocar-se-á a casa do S.L. Benfica, que vive um momento menos bom, tendo perdido uma semana antes contra esta mesma equipa do R.C. Montemor por 34-8.

Rúben Veloso à conquista do nacional trail na batalha

O atleta trail Ruben Veloso de volta a competição no dia 11 abril na Batalha onde será o palco do campeonato nacional trail com um percurso de 35 quilómetros .
Prevê se uma competição bastante dura e com os melhores atletas nacionais do país .
O atleta arcuense ano passado fez top 10 nacional na modalidade e este ano espera um lugar melhor e mostrar a garra arcuense.
Com vários objetivos para esta época nacional e internacional.

A Academia Desportiva de Valdevez em muito bom nível na 1ª Divisão de Clubes

No passado fim-de-semana (27 e 28 de março), Pombal foi palco do Campeonato Nacional da 1ª Divisão de Clubes, grupo 2, no qual a equipa arcuense esteve presente com uma das mais jovens representações em competição (17,3 anos de média), sendo esta uma competição de seniores. Alcançou um brilhante 14º lugar coletivo, numa competição ganha pelo Sporting Club de Portugal.

As atletas da Academia conseguiram 7 recordes pessoais, 4 classificações no top 10 e 1 recorde regional. Mais um momento de destaque para este grupo que nos vai habituando a estes resultados, fruto de um trabalho muito sério, que apesar de amador, é feito com elevado profissionalismo.

É altura de estarmos todos orgulhosos, agradecer a todos os nossos parceiros e amigos, que têm sido fundamentais na criação de condições para que estas atletas continuem a levar o nome de Arcos de Valdevez aos palcos mais importantes do atletismo nacional.

Campeonatos Nacionais de Clubes

Academia Desportiva de Valdevez na 1ª Divisão de Clubes em Atletismo

A equipa feminina da Academia estará presente nos dias 27 e 28 de março, em Pombal, nos Campeonatos Nacionais da 1ª Divisão de Clubes. Este momento histórico, com uma equipa muito jovem, na qual apenas 1 atleta é sénior, atinge o patamar mais elevado do atletismo nacional, fruto dos resultados da passada época. Este ano, no qual toda a nossa vida está condicionada, estando privados das mais básicas das liberdades, é de realçar a capacidade de superar as adversidades deste grupo de atletas. Nunca deixaram de treinar, em casa ou na pista, cumprindo assim o plano traçado. Agora é tempo de colher o fruto desse trabalho e competir com os melhores nacionais, provando que um clube pequeno quando devidamente apoiado, consegue chegar longe. Este feito deve deixar todos os arcuenses orgulhosos, pois é o resultado de um conjunto grande de sinergias criadas à volta deste grupo de jovens atletas, país, família, dirigentes, treinadores, município e apoios privados.

A Delegação que representará a Academia nesta competição é constituída por:

Atletas:

Juliana Galvão 20 anos

Celina Peneda 18 anos

Mariana Pedreira 18 anos

Vanessa Pedreira 18 anos

Viviane Cunha 18 anos

Daniela Fornelos 17 anos

Benedita Amorim 16 anos

Letícia Rodrigues 16 anos

Carolina Sousa 15 anos

Treinador: Miguel Rios

Dirigente: Paula Costa

Arcuenses desinspirados contra Académica de Coimbra

Na recuperação da terceira jornada da fase final do CN Honra, a equipa do C.R. de Valdevez foi duramente batida em casa por uns categóricos 6-36.

No grupo em que luta pela manutenção no escalão maior do Rugby nacional, os minhotos apresentaram-se de uma forma incaracterística. Com pouca combatividade, sem tomar iniciativas, deixaram-se passivamente surpreender por uma Académica que mostrava querer resolver rapidamente o jogo nos minutos iniciais. Com efeito, procurando fazer circular rapidamente as bolas e atacar junto à linha lateral, os “estudantes” já tinam marcado três ensaios aos 20 minutos de jogo. Depois desse impacto, os arcuenses procuraram tomar conta do jogo. Com mais posse de bola e procurando algum territorial, só mostrava conseguir a progressão com as faltas que eram assinaladas à equipa da Académica nos momentos defensivos. Assim, o jogo entrava numa toada morna, e, aproveitando as faltas da equipa visitante, o CRAV conseguiu converter duas penalidades, que deixaram o resultado em 6-19 ao intervalo.

A segunda parte iniciou com um lampejo do CRAV, que procurou a progressão no terreno com perfurações sistemáticas e movimentos continuados primeiros cinco minutos. Contudo, não passou de um lampejo: o jogo continuou numa toada morna, e num espaço de dez minutos a Académica arrumou a questão com outros três ensaios seguidos, que fixaram o resultado em 6-36. A reação do CRAV foi frouxa, só conseguindo progressão efetiva no terreno com as sucessivas faltas que os conimbricenses cometiam. Assistiu-se a um jogo cada vez mais monótono, observando-se o cansaço das equipas, e o pouco estímulo das equipas em dar mais dinâmica ao jogo: do lado da Académica, o objetivo já tinha sido atingido com os pontos da vitória mais o ponto de bónus ofensivo (por ter marcado mais de três ensaios); do lado do CRAV, a equipa estava quebrada, sem crença em si própria nem vontade de sair de campo de cabeça erguida.

O próximo jogo do CRAV será também em casa, após uma paragem de duas semanas, em que receberá o R.C. Montemor, num jogo com alguma expectativa, pois ambas as equipas procuram fugir ao último lugar da classificação.

Crav desloca-se a Cascais

Na continuação da atualização do calendário do CN Honra, a equipa do C.R. arcos de Valdevez deslocou-se a Cascais. O resultado foi um penalizador 83-10 que espelhou a diferença de rendimento das equipas.

No jogo correspondente à segunda jornada da fase final do CN Honra, os arcuenses visitaram o GDS Casais, no encontro em que desde o início não foi difícil perceber o vencedor.

Defrontaram-se em campo duas equipas que lutam por patamares diferentes. Deste modo, objetivos competitivos, potencial e orçamento marcam uma distância entre clubes que vai bem para além da geográfica. Com efeito, o GDS Cascais, que habitualmente disputa o grupo A, onde se decide o campeão nacional, viu-se, este ano, e por força da redistribuição das equipas no grupo de apuramento, numa situação em que se viu forçado a disputar o grupo em que o que está em causa é a manutenção no escalão principal da modalidade. Por todos estes motivos, é mais ou menos evidente que o GDS Cascais tem por objetivo o primeiro lugar do grupo, correspondente ao 7º lugar na classificação geral. Por sua vez o C.R. Arcos de Valdevez é um presumível candidato à manutenção, ou seja, de modo a evitar o último lugar do grupo (que leva a despromoção automática, havendo para o penúltimo um playoff com o segundo classificado da 1ª divisão). Escrevemos aqui “presumível”, porque os responsáveis arcuenses afirmam apenas o objetivo de competir com dignidade, por força das consequências que a pandemia tem tido na equipa, que tem sido completamente desestabilizada por força de incidências várias relacionadas coma Covid19.

Quanto ao jogo, pouco haverá a dizer. O Cascais, com uma equipa mais forte e mais rápida, impôs rapidamente o jogo no seu pack avançado, apostando em circulações de bola muito rápidas. Entrou em campo forte, o CRAV mais passivo, o que fez com que aos cinco minutos de jogo os da casa já tivessem marcado três ensaios consecutivos (19-0). Nos quinze minutos seguintes, o CRAV “acordou” e tentou equilibrar mais o jogo, mas sem grande resultado prático, uma vez que ao intervalo o resultado já ia em 45-10.

Na segunda parte, o jogo pouco mudou. Ambas as equipas aproveitaram o facto de o vencedor já estar definido para realizar todas as substituições, que não alteraram a toada do jogo: 13 ensaios para os da casa contra 1 dos visitantes, que cifrou o resultado final em 83-10.

Para o próximo fim de semana, o CRAV irá recuperar a terceira jornada da fase final e, jogo a realizar em Arcos de Valdevez (sábado 20 de março às 15,30 horas) contra a histórica Associação Académica de Coimbra. Pese o favoritismo dos visitantes, será um jogo bem mais equilibrado, em que os coimbrões terão que dar o seu melhor para deixar os arcuenses vencidos.

CRAV promissor no reinício do campeonato

No sábado 6 de março, em Arcos de Valdevez, o Clube de Rugby local deixou fugir a vitória nos últimos minutos. Com a última jornada disputada a 16 de janeiro, o Campeonato Nacional da Honra de Rugby reiniciou-se com um jogo impróprio para cardíacos.

À imagem do que acontece com todos os setores, as competições de rugby em Portugal têm vivido um momento atribulado. Apenas a divisão de Honra está em atividade, após uma suspensão de seis semanas, decretada pela Federação Portuguesa de Rugby (FPR) após a unanimidade dos clubes envolvidos.

Com efeito, se o calendário da FPR tivesse sido integralmente cumprido, faltariam apenas quatro jornadas para a conclusão do campeonato. No entanto, o CRAV praticamente não jogou, depois de um terrível mês de dezembro em que a equipa ficou obrigada a isolamento profilático que comprometeu os jogos desse mês. Em janeiro, após vários adiamentos suscitados pelo cenário pandémico, a situação pouco melhorou com apenas um jogo realizado.

O jogo com o S.L. Benfica corresponde deste modo à reposição da primeira jornada da fase final do Campeonato da Honra, que era suposto realizar-se a 9 de dezembro. Claramente favorita, a equipa das águias apresentou-se perante uma equipa da casa ainda a tentar recompor-se de uma época muito difícil, com pesadas baixas no plantel relacionadas com a pandemia e lesões.

O jogo iniciou-se com um sinal positivo dos arcuenses, que impuseram um jogo vivo, de sucessivas penetrações e circulações de bola, que culminaram com um 3-0 na conversão de uma penalidade ao segundo minuto de jogo. Ainda com esta toada dos da casa, o Benfica, na sequência de uma jogada de contra-ataque, materializou com um ensaio o seu forte ascendente nas formações ordenadas que viria a marcar o jogo (3-5). De seguida, o jogo caracterizou-se por algum equilíbrio, onde sobressaía a já assinalada vantagem dos lisboetas nas formações ordenadas, assim como na circulação rápida do jogo à mão. Da sua parte, o CRAV respondeu com um jogo ofensivo menos organizado, aproveitando alguma indisciplina do adversário que cometia muitas faltas. Resultado deste equilíbrio foi o facto de ambas as equipas marcarem 3 pontos na sequência da conversão de penalidades, que ditou como resultado final 6-8 a favor dos visitantes ao intervalo.

Na segunda parte, a equipa do CRAV tentou tomar conta das operações. Na forma aguerrida que a carateriza, procurou impor-se no terreno adversário, o que a fez marcar um ensaio a rondar o minuto 50 (13-8). Entretanto, o equilíbrio era a nota dominante: a paragem competitiva das equipas condicionou o seu rendimento, dado que cometiam erros com frequência, fossem eles táticos, fossem más opções de jogo. Da parte da equipa da casa, o desacerto nos alinhamentos era flagrante, tendo dificuldade em consolidar a posse de bola, da parte da equipa da casa somavam-se as faltas, quer ofensivas quer defensivas, que não lhe permitiam avançar no terreno.

No entanto, além do equilíbrio, a emoção era dominante: ao minuto 30, a equipa consegue marcar um ensaio, que a faz passar para a frente do marcador (13-15). Cerca de sete minutos depois, o CRAV responde com a conversão de uma penalidade, que suscita uma nova alteração no marcador (16-15). Com toda esta emoção, os nervos eram maiores do que a lucidez. A dois minutos do fim, na sequência de um erro cometido num alinhamento, a equipa minhota perde a bola e as “águias” não se fizeram rogadas: numa jogada rápida circulam a bola e marcam ensaio, ditando como resultado final uma suada vitória do S.L. Benfica por 16-20.

À imagem do que acontece nas outras modalidades, o jogo não teve público. Contudo, os staffs das equipas presentes não deixaram de ver um jogo interessante, que, embora com falhas de ambas as equipas, nunca deixou de ser emocionante.

Desta forma, o CRAV recomeça a época de forma animada e animadora, dando sinais de uma melhoria de rendimento, que se espera ver acontecer já no jogo da próxima jornada, a disputar a 13 de março em Cascais.

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) deslocou-se a Alvalade em Lisboa

O Clube de Rugby de Arcos de Valdevez (CRAV) deslocou-se a Alvalade em Lisboa no dia 9 de janeiro para jogar contra o São Miguel, naquela que é a terceira jornada da fase final do grupo B do CN Honra.

Embora seja a terceira jornada, foi a primeira para o CR Arcos de Valdevez por força do adiamento dos seus dois jogos iniciais: no dia 12 de dezembro, em que estava marcado o CRAV-Benfica, surgiram dois casos positivos na equipa arcuense que ditaram o adiamento do jogo em causa e do seguinte. Com efeito, por determinação da autoridade sanitária, a equipa viu-se obrigada a um período de isolamento profilático de 14 dias, no qual mais dois atletas testaram positivo.

Para alem do CRAV, vários clubes têm sido fustigados por incidências pandémicas: o jogo Benfica-Montemor, também marcado para 9 de janeiro, foi adiado e todos os jogos do grupo A do CN Honra foram adiados pelo mesmo motivo, havendo ao todo três equipas em isolamento profilático.

Relativamente ao jogo em si, também a pandemia foi um interveniente a ter em conta. Com efeito, a equipa visitante, sem jogar desde início de novembro e confinada na segunda metade de dezembro, acusou decisivamente a a falta de condição física. Numa primeira parte penosa, que ficou em 31-0 , o CRAV sofreu cinco ensaios sem resposta, parecendo deslumbrado com a superioridade do adversário em todos os capítulos do jogo, fisicamente mais preparado e animicamente num patamar superior.

A segunda parte teve um caráter diferente. A jogar a favor do vento e aproveitando alguma descida do ritmo de jogo, o CRAV teve maia posse de bola e conseguiu um jogo mais equilibrado: marcou dois ensaios contra três do São Miguel. Procurou impor o seu modelo de jogo com algum êxito, pesem algumas inconsistências devidas à falta de condição fisica, com muitos atletas com caimbras no final do jogo. A equipa minhota também se poderá queixar de alguma falta de sorte, uma vez que nos o momentos iniciais teve duas lesões em jogadores influentes, nomeadamente no argentino Facundo Marino e em João Aniceto, o primeiro substituído nos minutos iniciais, o segundo a jogar com muitas limitações que resultaram na sua saída de jogo no início da segunda parte. Se estas incidências se poderiam considerar normais, neste momento são mais penalizadoras para o CRAV, que tem vários atletas indisponíveis por opção, para além de ouros que não puderam deslocar-se com a equipa por compromissos profissionais.

Em termos de conclusão, este jogo, que terminou com um expressivo 50-14 para o São Miguel espelha bem a situação do CRAV: vive um momento difícil que poderá comprometer a sua prestação, mas, por outro lado, a segunda parte mostra que tem capacidade desportiva para ter uma prestação honrosa. na reação da equipa a todo este cenário estará a resposta sobre o seu futuro imediato.

Atleta do CAAV Joaquim Sá em 8º no Ranking Mundial 2020

Com a entrada do novo ano a World Masters Rankings disponibilizou a lista das melhores performances Mundiais de 2020 nos vários escalões de Veteranos na qual figura o experiente atleta do Centro de Atletismo de Arcos de Valdevez Joaquim Sá com um brilhante 8º lugar nos 1500m em pista coberta no escalão M70 com a marca de 5.42,78 (5º melhor português de sempre) obtida no passado dia 7 de Março na Expocentro de Pombal quando se sagrou Vice-Campeão Nacional, apenas superado em 48 centésimos pelo boavisteiro Adelino Moutinho (7º do ranking mundial). Encabeça o Ranking o Holandês Recordista Mundial da distância Cees Stolwijk.

Uma semana após o Campeonato Nacional de Veteranos em Pista Coberta o CAAV iria participar com os seus atletas Joaquim Sá e José Correia no Campeonato da Europa de Veteranos de Pista Coberta e Corta-Mato em Braga que estava previsto realizar-se de 15 a 22 de Março, tendo o evento sido cancelado a poucos dias da sua realização aquando dos primeiros casos positivos de Covid-19 registados em Portugal.

Atualmente os atletas do CAAV estavam a preparar-se para o Campeonato Nacional de Estrada (previsto para 9 de Janeiro no Autódromo do Estoril), sendo este adiado às vésperas da sua realização para data a designar devido à renovação do estado de emergência com medidas de recolhimento obrigatório e proibição de circulação entre concelhos para o fim de semana de 8 a 11 de Janeiro.

Top10 Ranking Mundial Pista Coberta 2020

M70

1500m

1º 4.53,53 Cees Stolwijk NED (*Recorde Mundial)

2º 5.34,69 Patrick Timmons IRL

3º 5.36,82 Hans Smeets NED

4º 5.37,47 Tommy Ericsson SWE

5º 5.38,43 Bo Persson SWE

6º 5.39,44 Celso Curiel Recio ESP

7º 5.42,30 Adelino Moutinho POR

8º 5.42,78 Joaquim Sá POR

9º 5.45,23 Richard Marks GBR

10º 5.47,26 Erik Leyseele BEL

O Ranking Mundial pode ser consultado em:

https://mastersrankings.com/rankings/?x10=M70&x7=1500&x4=MEN&x2=Indoor&x1=2020

Juliana Galvão, vai participar no 6º Challenge

“O sonho comanda a vida”
Juliana Galvão, vai participar no 6º Challenge de Leiria em Marcha Atlética. No momento de pandemia em que vivemos e apesar das restrições o atletismo não pára e desta forma ADAL – Associação Distrital de Atletismo de Leiria organiza a 6.ª CHALLENGE DE LEIRIA EM MARCHA ATLÉTICA, hoje pelas 19H30 no
Estádio Municipal de Leiria e a Academia Desportiva de Arcos de Valdevez faz-se representar com uma Atleta.